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A Argentina acaba de manifestar interesse em apoiar a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), na transferência de tecnologias e conhecimentos para o desenvolvimento da agricultura e agro negócio, em Moçambique.

A manifestação deste interesse foi feita pelo Embaixador da Argentina em Moçambique, Federico Villegas, durante uma visita à Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

Segundo Federico Villegas, a Argentina produz alimentos para muitos milhões de pessoas no mundo, numa superfície de 36 milhões de hectares, a mesma que Moçambique possui para o cultivo, mas este explora, apenas, aproximadamente cinco milhões de hectares.

O diplomata falava no final de um encontro que manteve com o Conselho Directivo alargado aos presidentes dos pelouros, no âmbito de uma visita que se enquadra na estratégia da CTA tendo em vista a diversificação dos parceiros estratégicos para a sua internacionalização.

De acordo com a fonte, Moçambique tem todas as condições para desenvolver-se e com a experiência da Argentina na área de agro-negócios, produção de alimentos, energia, vai ser uma das chaves para transferir o "know how" em tecnologia e métodos para a sua implementação em Moçambique.

Villegas frisou que o encontro com a CTA tem uma grande relevância para o desenvolvimento do sector privado argentino e moçambicano.

O diplomata acrescentou ainda que o seu país pretende que Moçambique seja conhecido em África, através das combinações extraordinárias que tem, de terra muito boa, próprias para o desenvolvimento da agricultura, energia e localização estratégica no mundo.

"Com estas três importantes condições, a Argentina pretende que os argentinos que tiverem a mente virada para América Latina, um mercado tradicional, comecem a conhecer a África através deste país. Por isso, os investidores estão com muito interesse de conhecer o país e ver as possibilidades de desenvolver seus empreendimentos", afirmou o diplomata, acrescentando que dos 36 milhões de hectares de terra para a prática de agricultura, Moçambique explora apenas cerca de dez por cento.

Para a materialização deste objectivo foram assinados, recentemente, vários acordos com destaque para o acordo com o Instituto Nacional de Tecnologia Agrícola de Argentina, uma instituição muito prestigiada e o Instituto Agrário de Moçambique, bem como o memorando para a facilitação da formação de técnicos em matérias de biotecnologia.

Por sua vez, o presidente da CTA, Agostinho Vuma, disse que as trocas comerciais entre Moçambique e Argentina rondaram 33 milhões de dólares norte americanos para o último ano 2016. Justificou que a aposta no agro-negócio tem a ver com a prioridade de cada moçambicano que é de se alimentar.

“A CTA olha com bons olhos para esta parceria, uma vez que tem aspectos comuns, embora a questão Legislativa precise de ser explorada como forma de atrair mais investimentos. Nota-se que há um grande défice de exploração de terra para a prática de agricultura em Moçambique, por isso, há grande interesse da CTA em saber como é que Argentina explora 33 milhões de terra para alimentar 500 milhões de pessoas”, indicou Vuma.

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