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O MANUSEAMENTO de carga nos principais portos nacionais cresceu 23 por cento nos primeiros seis meses deste ano, comparativamente a 2016, mas a autoridade de tutela reivindica que os números estão abaixo da produção desejada.

O Ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, considera que este é o tempo ideal para os potenciais utilizadores das principais infra-estruturas nacionais usufruírem dos benefícios oferecidos pelos três corredores logísticos, de modo a maximizar-se os investimentos realizados.

Falando ontem na FACIM, Carlos Mesquita apontou que o aumento dos preços das mercadorias, sobretudo o carvão, e a estabilização dos produtos derivados da agricultura, propiciaram o aumento do volume de carga este ano, mas lamentou que os números continuem além da capacidade instalada no país.

“Na verdade, a estabilização dos preços das mercadorias no mercado internacional, em particular, o carvão e também os produtos derivados da agricultura, como e o caso do açúcar, algodão e outros, bem como o processo de importação de fertilizantes, trigo e outras cargas para Moçambique e para os países do hinterland, estão a contribuir para o aumento da carga manuseada este ano”, indicou Mesquita.

Acrescentou que apesar de estar ainda abaixo do desejável (cerca de 74 mil toneladas métricas por ano), o país está num bom patamar.

“O segundo semestre de cada ano é sempre o mais activo porque é o período das exportações daquilo que são as mercadorias produzidas na agricultura. Os nossos portos vão ter muito mais pressão neste segundo semestre mas, mesmo assim, devo dizer que o volume de carga que temos estado a manusear está abaixo daquilo que é a capacidade total instalada no país, ao nível dos portos, que anda na ordem de 74 milhões de toneladas”, explicou o Ministro dos Transportes e Comunicações.

Refira-se que no primeiro dia da FACIM o Presidente da República, Filipe Nyusi, considerou que as ferrovias que ligam Moçambique à África do Sul, Zimbabwe, Zâmbia e Suazilândia, incluindo a variante economicamente viável que liga Moçambique ao Malawi, são activos que devem ser capitalizados.

A estrada cuja construção arrancará brevemente ligando Moçambique e Tanzania através da ponte sobre o rio Rovuma, já construída, é outra base a ser explorada para a promoção da economia dos dois países.

O Chefe do Estado saudou e encorajou o governo malawiano pela sua decisão de usar plenamente o Corredor de Nacala, tendo inaugurado há dias as secções três e cinco da referida linha assistida pelo Porto de Nacala.

O governo moçambicano, segundo Nyusi, compromete-se a dar todo o apoio necessário e continuará a encorajar os parceiros nacionais e estrangeiros a promoverem a sustentabilidade deste projecto ferro-portuário de valor regional.

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