Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O País registou, no mês passado, uma queda de preços ao atingir uma inflação mensal negativa de 0,02 por cento.

Dados tornados públicos  pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) a inflação acumulada situou-se em 3,29 por cento e a homóloga em 14,13 por cento.

Em comunicado de imprensa enviado ontem, a nossa Redacção, o INE refere que os dados recolhidos nas cidades de Maputo, Beira e Nampula ao longo do mês de Agosto de 2017 indicam que a divisão de alimentação e bebidas não alcoólicas contribuiu para o total da inflação mensal com cerca de 0,21 pontos percentuais (pp) negativos.

“As divisões de Habitação, água, electricidade, gás e outros combustíveis e dos Transportes registaram aumentos nos níveis gerais de preços que concorreram para contribuições de cerca de 0,09pp e 0,08pp, respectivamente”, frisa.

Analisando a inflação mensal por produto, há a destacar, segundo a fonte, a queda dos preços do feijão manteiga (7,8 por cento), do tomate (4,4 por cento), do óleo alimentar (3,5 por cento), da cerveja (1,3 por cento), da farinha de milho (4,8 por cento) e do peixe seco (1,3 por cento). Estes produtos contribuíram para o total da inflação mensal com cerca de 0,27pp negativos.

 “Há também a destacar o aumento dos preços do peixe fresco refrigerado ou congelado (4,5 por cento), da eletricidade (21,3 por cento), da gasolina (0,9 por cento), do gasóleo (2,9 por cento) e do Coco (3,2 por cento). Estes produtos contribuíram para o total da inflação mensal com cerca de 0,31pp positivos”, refere o Instituto.

Contribuição mensal

De acordo com o INE de Janeiro a Agosto, o País registou um aumento no nível geral de preços na ordem de 3,29 por cento. As divisões dos transportes e de restaurantes, hotéis, cafés e similares foram responsáveis por esta tendência ao contribuir com aproximadamente 0,76pp e 0,75pp positivos respectivamente.

Desagregando a inflação acumulada por produto há a referenciar o aumento dos preços da gasolina, do pão de trigo, do carvão vegetal, de refeições em restaurantes, do peixe fresco refrigerado ou congelado, do ensino superior e dos transportes semicolectivos urbanos e suburbanos de passageiros (Chapa). Estes contribuíram para o total da inflação acumulada com 2,98pp positivos.

Relativamente a igual período de 2016, o País registou um aumento de preços na ordem de 14,13por cento. A divisão de vestuário e calçado foi, em termos homólogos, a de maior agravamento de preços com 21,66 por cento.

Análise por Cidade

Da análise dos resultados, o INE concluiu que a cidade de Maputo registou uma inflação na ordem de 0,04 por cento, enquanto que Beira e Nampula tiveram níveis de inflação na ordem de 0,05 por cento e 0.14 por cento negativos, respectivamente.

De Janeiro a Agosto, a cidade de Maputo registou a inflação mais alta com 4,34 por cento, seguida de Nampula com 2,75 por cento e por último, Beira com 1,08 por cento. 

“Em termos homólogos, as cidades de Nampula, Maputo e Beira registaram agravamentos nos respectivos níveis gerais de preços na ordem de 14,61 por cento, 14,35 por cento e 12,78 por cento, respectivamente”, revela o INE.

 

 

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