Asprimeiras duas portagens da Estrada Circular de Maputo deverão estar operacionais no primeiro trimestre de 2018, garantiu há dias, o Presidente do Conselho de Administração da Maputo Sul, Silva Magaia.

Inicialmente, a Maputo Sul, empresa gestora da Estrada Circular, projectava implementar o sistema de portagens até ao final deste ano, no entanto, problemas de mobilização de financiamentos ditaram o atraso das obras.

Falando, recentemente em Marracuene, Silva Magaia, não se referiu aos montantes, contudo, garantiu que o Governo já aprovou o financiamento para a construção das duas portagens.

A fonte precisou que a primeira portagem irá cobrir o percurso Baixa-Chiango, enquanto a segunda, ficará no troço Zimpeto-Marracuene.

Na ocasião, a fonte manifestou preocupação pelo facto de não haver ainda a rentabilização da estrada tendo em conta o desgaste que a infra-estrutura está sujeita.

“Temos a consciência de que a manutenção da estrada tem um custo e que, num período de dez anos, no mínimo, não teremos problemas na infra-estrutura. Mas também temos que estar preparados para que quando a manutenção for necessária existam condições para o efeito”, referiu Magaia.

No total, foram definidas para a Circular de Maputo, cinco portagens cujo objectivo é gerar receitas que garantam a manutenção do padrão da estrada, oferecer segurança rodoviária na via pública e contribuir para a redução do financiamento directo do Governo nas despesas de manutenção de estradas.

Refira-se que, ainda em Marracuene, Silva Magaia considerou urgente o estabelecimento de negócios formais ao longo de todo o traçado que compõe a Estrada Circular de Maputo, a Ponte Maputo Ka Tembe e a estrada para Ponta Do Ouro.

A fonte alertou que nas condições actuais existe o risco de as pessoas que já foram reassentadas voltarem a ocupar, de forma desordenada, os pontos de onde foram transferidas, mesmo depois de terem sido devidamente compensadas.

Actualmente, já começam a surgir ao longo da estrada circular alguns projectos de bombas de combustíveis, mas para Magaia é necessário aproveitar as inúmeras oportunidades existentes para a instalação de infra-estruturas como bancos, lojas e outro tipo de negócios de natureza formal.

Lamentou ainda o facto de alguns agentes económicos do sector informal estarem a ocupar espaços e, consequentemente, reduzir o nível de segurança ao longo da via, sobretudo nas zonas de Albasine e Zimpeto.

Na ocasião, o gestor da Maputo-Sul mostrou-se, igualmente, preocupado com a lentidão na transferência dos vendedores que ocupam o mercado de Nwankakana, bem como em relação à retirada das linhas de alta tensão na zona da Malanga.

É que segundo ele, em princípio, a construção da Ponte Maputo-KaTembe deverá ser concluída até Dezembro, contudo, o prazo da conclusão de algumas estradas de acesso pode ficar comprometido devido à lentidão na transferência daquelas infra-estruturas.

 

 

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