Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O ATRASO na liquidação de facturas referentes aos serviços prestados ao Estado está a criar constrangimentos ao sector privado, que muitas vezes se vê com a sua capacidade de financiamento reduzida.

Dados apresentados recentemente pelo presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Agostinho Vuma, indicam que desde 2009 a esta parte, o Estado deve ao sector privado cerca de 29 biliões de Meticais.

Desta quantia cerca de nove biliões de meticais ainda não têm visto do Tribunal Administrativo.

“Através de uma proposta que discutimos com o governo, este prometeu pagar pelo menos, 17 por cento desta dívida ainda este ano”, disse.

Intervindo recentemente em Maputo, num encontro de reflexão, no âmbito da passagem dos 100 dias de tomada de posse da actual direcção da CTA, Agostinho Vuma enumerou várias iniciativas tomadas no período em análise com vista a melhorar o ambiente de negócios no país.

Neste contexto, apontou a consolidação da parceria com o governo que resultou na adopção de importantes medidas, incluindo a eliminação do uso obrigatório dos serviços do terminal especial de exportação de Nacala; a fixação de um novo visto de fronteira; a promulgação da lei de medicamentos, vacinas e outros produtos biológicos para uso humano, bem como da lei que cria a autoridade reguladora de energia.

“Com vista a garantir o envolvimento do sector privado nacional na produção, fornecimento de bens e serviços aos megaprojectos que ocorrem em Moçambique, iniciamos o processo de consulta junto dos nossos associados que vai culminar com a criação da lei de conteúdo nacional”, afirmou.

Na reflexão que decorreu sob o lema “Reformando em tempos de crise”, evento que juntou número considerável de empresários, a fonte disse que as realizações da CTA assentam na visão da promoção de um sector privado coeso, produtivo, competitivo, gerador e distribuidor da riqueza nacional.

“Deste modo, as acções que temos vindo a desenvolver visam a realização da missão de construir e liderar, juntamente com todos os “stakeholders” da confederação, um ambiente de negócios que coloque o sector privado como sujeito activo e fazedor da nossa economia, incentivando as organizações empresariais a serem inclusivas, proactivas e prósperas”, frisou.

Segundo ele, é neste contexto que foi aprovado o plano estratégico da CTA, 2017-2020 consubstanciado, entre outros aspectos, no reforço da capacidade institucional.

“Pretendemos desenvolver os serviços de apoio empresarial; consolidar o diálogo público-privado; promover oportunidades de negócio e internacionalizar a CTA”, afirmou.

 

 

 

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