Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O IMPACTO do comércio fronteiriço na economia local vai a debate no 42º Conselho Consultivo do Banco de Moçambique, a ter lugar em finais deste mês na cidade de Lichinga, província do Niassa.

Num comunicado recebido na nossa Redacção, o Banco Central refere que o debate, agendado para 26 de Janeiro corrente, contará com a participação de representantes do governo local, do sector privado, da sociedade civil e outros convidados.

A anteceder o debate sobre o comércio fronteiriço, os primeiros dois dias do consultivo estão reservados à apresentação e análise de temas de carácter interno do Banco de Moçambique.

“O conselho consultivo é um órgão alargado de consulta do conselho de administração, que reúne ordinariamente uma vez por ano e extraordinariamente sempre que convocado pelo governador do BM, competindo-lhe apreciar questões de interesse relevante, não só para as actividades do Banco, bem como para a economia nacional”, refere o documento.

Acrescenta que, durante o conselho, serão apreciadas questões sobre a organização e funcionamento do Banco, além de fazer o balanço das actividades e programar acções futuras da instituição.

De referir que o evento terá lugar pouco depois de o governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, ter garantido que, em 2018, a política monetária será orientada para a manutenção de uma inflação baixa e controlada, ao nível de um dígito.

“Ao nível do sector financeiro, reforçaremos a vigilância prudencial, para monitorarmos os riscos potenciais que possam afectá-lo, bem como micro-prudencial, para que todas as instituições observem as boas práticas internacionais e cumpram rigorosamente com as nossas recomendações e normas”, disse Zandamela.

Ainda no âmbito dos esforços de manutenção da estabilidade financeira, o BM propõe-se introduzir reformas na legislação com o objectivo de mitigar o risco decorrente da crescente exposição das instituições financeiras nacionais às operações com o exterior.

“Submeteremos, igualmente, ao Governo uma proposta de revisão da lei das instituições de crédito e sociedades financeiras, mais ajustada a um regime de resolução bancária adequada para o caso moçambicano e seguindo as boas práticas internacionais, o que irá flexibilizar a nossa actuação em caso de necessidade de intervenção para correcção de situações de instabilidade das instituições de crédito”, afirmou Rogério Zandamela.

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