Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, procedeu na quarta-feira, ao lançamento da primeira pedra para a reabilitação do porto de Nacala, na província de Nampula.

O projecto, orçado em 273,6 milhões de dólares norte-americanos, compreende as fases I e II e tem a duração de 36 meses, envolvendo 400 trabalhadores moçambicanos e 56 estrangeiros.
O financiamento desta empreitada é do Japão, através da sua Agência para a Cooperação Internacional (JICA).

Na cerimónia de lançamento, Carlos Mesquita referiu que a reabilitação não deve ser vista como um empreendimento meramente económico, mas como algo importante e com real impacto social.

“Durante as obras, projectam-se oportunidades directas de emprego para um universo de 400 trabalhadores nacionais, além da dinamização de negócios na cidade de Nacala, para os fornecedores de vários serviços”, disse.

Mesquita destacou que o porto de Nacala é estratégico dada a sua localização geográfica e que as obras quarta-feira lançadas correspondem as duas fases seguintes, após a reabilitação de emergência ocorrida entre Fevereiro de 2014 e Setembro de 2015, graças a um donativo do Japão no valor de 32.6 milhões de dólares norte-americanos.

“Como impacto das intervenções já realizadas, a capacidade no terminal de combustíveis passou de 500 metros cúbicos para 1200 por hora. No manuseamento de carga estão criadas as condições necessárias para que durante a realização das obras nas fases I e II, o porto continue a operar com capacidade instalada de cerca de três milhões de toneladas por ano”, revelou, segundo a AIM.

O governante entende que o porto de Nacala tem potencial para se tornar num ponto nodal das rotas de transporte marítimo e consequentemente facilitar o acesso aos mercados internacionais do leste e sul da Ásia e o médio oriente.

“Nacala passará a constar do mapa dos portos mais competitivos da região com uma capacidade de manuseamento de contentores acima de 250 mil por ano contra os actuais 170 mil e atracação de navios de grande porte de até 120 mil toneladas”, frisou o ministro.
O representante da JICA, Hirokaki Endo, referiu que o projecto, cujo financiamento garantiu, é emblemático e espera-se que fortaleça a posição do porto de Nacala na lista dos principais da África sub-sahariana. 

“Lança-se agora o desafio a todos os intervenientes para que garantam uma implementação fluente, baseada na cooperação e harmonização dos respectivos processos”, sublinhou.

O embaixador do Japão, acreditado em Moçambique, Toshio Ikeda, esteve presente no evento que marcou o início da reabilitação do porto de Nacala.

As obras estão a ser executadas por empreiteiros japoneses.

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