Algumas famílias vítimas do ciclone tropical Idai, que já regressaram às zonas de residência, estão a retomar a sua actividade normal e a tentar sair da dependência de assistência humanitária, apostando nas culturas da segunda época para a presente campanha agrícola na província central de Manica. 
São famílias que se tinham abrigado nos centros de acomodação após a destruição das suas residências, desde o passado dia 16 de Março, quando da passagem do ciclone Idai. 
Estimativas do governo provincial indicam que o ciclone destruiu 452 528 hectares de culturas diversas, afectando 17 170 famílias camponesas nos distritos de Sussundenga, Mossurize, Vanduzi, Macate e cidade de Chimoio. 
Entretanto, muitas pessoas já abandonaram os centros de acomodação e estão a reconstruir as suas residências, para além de outras que estão a ser reassentadas em zonas seguras para evitar desastres de género no futuro.
Em Manica, o fenómeno atingiu, directamente, 56 mil famílias, tendo deixado cerca de 280 mil pessoas na penúria, necessitando de assistência directa em víveres e outro tipo de cuidados adicionais.
Segundo a AIM, o governo provincial, em parceria com organizações humanitárias, criou 57 centros de acomodação transitórios em escolas e tendas, dos quais pelo menos 11 foram já encerrados, até a semana passada. 

 

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