Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O Governador da província de Tete, Paulo Auade, recomendou há dia, a direcção da empresa Moçambique Leaf Tabaco a encontrar mecanismo de concertação com os produtores, para ultrapassar o crónico problema de classificação e preçário do tabaco durante o processo de comercialização.

O dirigente, que falava durante o seminário sobre a socialização da cadeia de valor do tabaco, organizado na cidade de Tete pelo governo, em parceria com a empresa Moçambique Leaf Tabaco, como fomentadora, debateu o impacto da produção de tabaco no seio dos camponeses.

Os produtores desta cultura de rendimento queixam-se da falta de transparência da empresa Moçambique Leaf Tabaco na classificação do produto e prática de preços não atractivos na comercialização, o que segundo eles, concorre para um baixo rendimento no final de cada campanha agrícola.

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Mais de trinta representantes das empresas concessionárias da área de algodão no país encontram-se esta semana a participar, na cidade de Nampula, num seminário de aperfeiçoamento das técnicas de produção desta cultura de rendimento e estratégica para a economia nacional.

O aprimoramento das técnicas incide sobretudo no processo de cultivo do algodão caroço, desde a fase de sementeira até à da colheita, com vista a contribuir para o aumento da produção e produtividade.

Amélia Sidumo, uma das monitoras do evento e que tem vindo a trabalhar com o Instituto de Algodão de Moçambique (IAM), explicou que se pretende que a produção de algodão seja feita de forma sustentável, contrariando alguns cenários actuais.

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O Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) e o Fundo Internacional de Desenvolvimento da Agricultura (FIDA) anunciaram o lançamento da segunda fase do Programa de Promoção dos Mercados Rurais (PROMER), que vai abranger 15 distritos da região norte.

À Gapi foi confiada a missão de prover assistência técnica aos produtores de seis distritos, facto que esta instituição financeira de desenvolvimento vai complementar com a  introdução da componente de financiamento, tal como na primeira fase, na qual mobilizou recursos adicionais na ordem de 1.8 milhões de meticais para facilitar o  acesso a serviços financeiros nas zonas rurais.

O anúncio do lançamento da segunda fase foi feito pelo director nacional do Desenvolvimento Rural, Olegário Banze, durante a realização de um seminário nacional que marcou o arranque das actividades desta fase, que cobrirão o triénio 2019-2021.

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, defende a inclusão económica no aproveitamento dos recursos naturais existentes no país como uma das formas de distribuição da riqueza nacional.
Falando ontem no Fórum de Negócios Noruega-Moçambique, em Oslo, Noruega, o Chefe do Estado disse que quer ver o país a crescer de forma endógena e sustentável, fazendo pleno aproveitamento dos seus recursos naturais. “Recusamo-nos a ser conhecidos como um país com muitos recursos apenas, queremos ser um país que cresce e se desenvolve de forma endógena e sustentável, fazendo pleno aproveitamento dos seus recursos naturais. Queremos ser conhecidos como o país que melhor uso faz destes recursos”, vincou Nyusi, na abertura do Fórum que reuniu empresários moçambicanos e noruegueses e membros dos governos dos dois países.

O Presidente da República apontou como um dos desafios do país a necessidade de transformar recursos naturais em riqueza e renda para todos.

A experiência da Noruega interessa a Moçambique. Este país nórdico ocupa uma posição cimeira no “ranking” de países com os maiores índices de inclusão económica no mundo e também com o maior PIB (Produto Interno Bruto) per capita, estimado em 75 mil dólares.

“Pretendemos aprender um pouco mais a experiência (norueguesa) de inclusão económica”, disse Nyusi.

O Presidente da República convidou homens de negócio e empresas da Noruega a investirem na exploração de recursos naturais existentes em Moçambique, em parceria com as empresas moçambicanas, na base de vantagens mútuas.

“As coisas estão a acontecer em Moçambique. O mercado moçambicano é seguro. Hoje, Moçambique é um país seguro para investimento em África”, afirmou Nyusi no Fórum realizado com o objectivo de explorar oportunidades para o reforço da cooperação económico-empresarial mais profícua entre os dois países.

Em representação do Governo norueguês, o ministro da Indústria e Comércio, Torbjorn Isaksen, destacou as boas relações existentes entre os dois países, cuja cooperação data há mais de 40 anos.
“O melhor está para vir”, disse Torbjorn, realçando que a Noruega está pronta para partilhar oportunidades de negócios em benefício mútuo.

O governante afirmou ainda que as empresas norueguesas podem contribuir com conhecimento e tecnologia, sobretudo nas áreas de energia e hidrocarbonetos. Disse ser importante garantir que as receitas provenientes dos recursos naturais beneficiem o povo.

Trinta e sete empresários moçambicanos ligados a vários sectores da economia, filiados à Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), participaram no Fórum e manifestaram-se optimistas quanto ao estabelecimento de parcerias de negócios face às oportunidades que se abrem e ao bom ambiente para negócios.

Agostinho Vuma, presidente da CTA, considera produtivos os contactos estabelecidos e afirma que está aberta uma janela de oportunidades para a promoção e exportação de produtos moçambicanos como castanha de caju, produtos marinhos, entre outros. “Moçambique é um destino privilegiado para negócios”.

Ainda ontem, o Presidente da República manteve um encontro com a Presidente do Parlamento da Noruega, Tne Wilhelmsen Troen, e foi recebido pelo Príncipe Haakon.

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O sector da Agricultura na província de Nampula projecta produzir, até 2020, um total de 21 mil toneladas de carne de frango.
Actualmente, segundo o respectivo director provincial, Jaime Chissico, Nampula produz 14 mil toneladas de carne de frango, contra as 18 mil necessárias.
“Precisamos de trazer conhecimento para aumentar não apenas a qualidade, mas também a quantidade das aves que produzimos. Temos, pois, o desafio de chegar às 21 mil toneladas até 2020. Esperamos, por isso, contar com a colaboração de todos”, afirmou o director.
O pronunciamento foi feito na manhã de ontem na cidade de Nampula, no início de um seminário provincial de avicultores, organizado em parceria com a empresa “Higest”, fomentadora e fornecedora de pintos.
Na ocasião, Jaime Chissico sugeriu a expansão das actividades da “Higest” para os distritos.
Precisamos de combater a desnutrição crónica aqui em Nampula e seria muito útil que esta empresa se aliasse aos pequenos operadores locais, a nível dos distritos, para prover os avicultores dessas zonas de pintos e outros insumos”, disse.
Por sua vez, Valeriano Bonifácio, representante da “Higest” em Nampula, disse que o interesse da empresa é trabalhar para reduzir a importação de frango até à auto-suficiência. “Aumentando os níveis de produção e produtividade chegaremos à auto-suficiência'.
Em 2017, Nampula registou uma produção de 12.500 toneladas de frango e no presente ano já atingiu as 14 mil.

 

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