Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A produção global estimada para o próximo ano, ao nível da província do Niassa, vai situar-se na ordem de 40,8 mil milhões de meticais, o que representa um crescimento estimado em 13,1 por cento quando comparado a meta fixada para o exercício económico em curso, que é de 36,1 mil milhões de meticais. Leia mais

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A ministrado Trabalho, Emprego e Segurança Social reiterou recentemente, em Maputo, que só os empresários que estão quites nas contribuições e cumprem regularmente com as suas obrigações com o Sistema de Segurança Social podem obter a certidão de quitação.

Vitória Diogo fez este pronunciamento ao proceder à abertura da Reunião Nacional do INSS-Instituto Nacional de Segurança Social, evento que se propunha discutir os principais instrumentos de política e de gestão do instituto, nomeadamente a evolução do Sistema de Segurança Social Obrigatória, a situação contributiva e o actual estágio do processo de informatizaçãos.

Segundo ela, há sensivelmente três meses que os empresários podem,  a partir dos seus escritórios, declarar as suas contribuições, obter as guias de pagamento, verificarm a situação contributiva e emitir as certidões de quitação que lhes permite participar em concursos públicos e demonstrar também  a sua idoneidade junto dos potenciais parceiros.

“Desde que foi lançada a certidão de quitação automática já foram emitidas acima de cinco mil certidões”, disse acrescentando que a informatização do sistema tinha em vista eliminar focos de irregularidades e assegurar que os empresários quites com o Sistema de Segurança Social tenham as suas certidões emitidas para servir de exemplo.

Para Vitória Diogo, o INSS vai prosseguir com o processo de correcção dos dados, designado “Operação Limpeza”, com vista a sanar todas e possíveis inconsistências, decorrentes da informatização e modernização do Sistema de Segurança Social em Moçambique.

Esta operação, a ser levada a cabo, até finais de Novembro próximo, em coordenação com as entidades empregadoras, representações sindicais e com os trabalhadores, visa esclarecer e sanar possíveis inconsistências detectadas no âmbito do processo de informatização.

Ainda na ocasião, a ministra referiu-se ao alargamento do âmbito pessoal e material da segurança social, consubstanciado pela cobertura dos Trabalhadores por Conta Própria e pela introdução do subsídio de maternidade, que tem implicações quer nas receitas captadas como também nas despesas do sistema.

O conhecimento da magnitude desta situação, conforme salientou Vitória Diogo, possibilita a aferição do impacto das referidas reformas na sustentabilidade financeira do sistema.

 

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O paísvai tornar-se auto-suficiente no frango de corte, a partir do próximo ano, altura em que se espera uma produção nacional de 128 mil toneladas face a um consumo projectado na ordem de 96 mil.

A previsão foi anunciada ontem pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, discursando no município da Namaacha, província de Maputo, na inauguração de um centro de reprodução que produz ovos férteis, dos quais se obtém pintos de um dia.

A unidade é da empresa avícola Higest, sedeada na Machava, município da Matola, e possui uma capacidade para a produção de 6.8 milhões de ovos férteis por ano, o que fará com que o volume de importações baixe para 62 por cento.

Trata-se do primeiro centro da região Sul e junta-se a outros dois em funcionamento nas províncias de Manica e Nampula, que vem produzindo 19 milhões de ovos férteis por ano, para uma necessidade nacional na ordem de 66 milhões deste produto.

O Chefe do Estado disse que com a entrada em funcionamento do Centro de Reprodução da Namaacha dá-se um passo decisivo, pois, o país vai reduzir as importações de ovos para a geração de pintos de um dia e aumentar a produção de frango nacional em 7 por cento. Antes, a região Sul dependia inteiramente de importações a partir da África do Sul, eSwatini e Europa.

Para Nyusi, o centro vai na linha das recomendações do seminário nacional de avicultura, realizado em Dezembro de 2016 em Nampula. A reunião orientou o sector para aumento da produção e produtividade rumo à auto-suficiência em frango. As estatísticas apontavam que, em 2015, o país havia produzido 68 mil toneladas de carne de frango, contra uma necessidade de perto de 78 mil.

De acordo com o governante, nos últimos dois anos regista-se diminuição de importações de frango. No ano passado foram importadas 3300 toneladas de frango congelado e seus derivados, contra perto de quatro mil introduzidas em 2016.

Paralelamente, assistiu-se a iniciativas privadas de construção de aviários automáticos e de matadouros em Maputo, Gaza e Tete, bem como em Sofala e Zambézia. 

Mário Couto, director-geral da Higest, indicou que a implantação da unidade custou 350 milhões de meticais. A empresa está a produzir 4500 toneladas de frango neste ano, dos quais 1500 serão disponibilizadas durante a quadra festiva.

Por sua vez, Raimundo Diomba, governador de Maputo, disse que a província consome cerca de 47 mil toneladas de frango por ano, sendo metade importada. Acrescentou esperar que a unidade de produção de ovos para pintos contribua na redução das importações.

JOSÉ CHISSANO

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, procedeu à inauguração do primeiro centro de produção de ovos férteis, na região sul do país, localizado no distrito da Namaacha, província de Maputo.

Nyusi disse na manhã de hoje, que com o empreendimento vai reduzir a importação de ovos férteis e aumentar a capacidade de produção de frango no país.

A nossa meta é de atingirmos 128 mil toneladas até ao ano de 2019, face a necessidade de consumo estimada em 96 mil toneladas anuais, precisou, acrescentando que continua a acreditar na capacidade das empresas nacionais, dos investimentos estrangeiros em Moçambique.

O empreendimento possui uma capacidade de produção acima de seis milhões de ovos férteis por ano, o que vai contribuir na redução de importação de ovos férteis no país e vai aumentar a produção nacional de frango.

O Chefe de Estado destacou as acções em curso no país visando a redução de importações e do Imposto sobre o Valor Acrescentado.

Para o Chefe do Estado a inauguração do centro surge em resposta ao desafio do Governo na promoção da produção avícola no país, por ser o segmento pecuário que mais contribui para cobrir o défice de proteína animal, garantindo a segurança alimentar, geração de renda e de emprego.

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Terminam hoje, em Maputo, os debates do IX Congresso da Comunidade Médica de Língua Portuguesa (CMLP) que vinham decorrendo desde ontem, para estudar formas integradas de melhorar o trabalho no sector.

“Queremos contribuir para o desenvolvimento dos cuidados de saúde através de estratégias e esforços integrados, em que os diversos parceiros se podem envolver de forma crítica e construtiva”, refere António Zacarias, bastonário da Ordem dos Médicos de Moçambique, anfitrião do IX Congresso da Comunidade Médica de Língua Portuguesa (CMLP).

Segundo a AIM, o encontro será, simultaneamente, o II Congresso da Ordem dos Médicos de Moçambique e contará com a presença de representantes do nosso país, Brasil, Portugal, Macau, Timor-Leste, Cabo Verde e Guiné-Bissau.

Subordinado ao tema “Desafios Profissionais para a Medicina na era da globalização”, o encontro prevê comunicações sobre gestão de recursos humanos, peso das doenças crónicas e peso das doenças negligenciadas na actividade do sector.

O financiamento e sustentabilidade dos sistemas de saúde, o papel da indústria farmacêutica e ainda o enquadramento da telemedicina e serviços de saúde à distância são outros dos temas a debater previstos no programa.

A capital do país foi definida como sede do encontro da Comunidade Médica de Língua Portuguesa durante o último congresso realizado em Maio de 2017, em Brasília.

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