UMA decisão final de investimento para a exploração dos depósitos de gás natural no bloco Área 1 da Bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado, deverá ocorrer em Março/Abril, disse o presidente da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH), Omar Mithá. Leia mais

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ASSOCIAÇÃO dos Agentes de Viagens e Operadores Turísticos de Moçambique (AVITUM) enalteceu o Presidente da República (PR), Filipe Nyusi, pelo seu empenho na melhoria do ambiente de negócios no sector do turismo, um dos pilares da sua governação. Leia mais

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O porto de Maputo acaba de receber dois novos guindastes móveis para reforçar a frota operacional da Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), refere um comunicado de imprensa enviado à AIM, por aquela instituição.
A fonte refere que o objectivo desta nova aquisição é melhorar a produtividade, dando resposta à crescente demanda, sobretudo no que tange aos minérios a granel.
Para além dos dois guindastes móveis, o Porto de Maputo anunciou que foram adquiridos recentemente 14 pás-mecânicas, oito tractores, oito empilhadeiras e duas escavadoras para operações de descarga de vagões.
“Este investimento está em linha com a necessidade de melhorar a utilização do cais e as obras de reabilitação e aprofundamento que estão a acontecer neste momento”, disse a directora de Operações, Marla Calado, citada pelo comunicado enviado à AIM.

A fonte refere ainda que a aquisição de novos equipamentos totaliza um investimento de cerca de 19 milhões de dólares norte-americanos.
Esta nova frota, a maior e mais moderna, irá permitir atingir taxas de produtividade maiores, tendo em conta os navios de grande dimensão (navios cape-size) que têm escalado o porto com maior frequência desde a dragagem de aprofundamento do canal de acesso concluída em Janeiro de 2017.
“Os nossos tempos de trânsito têm vindo a melhorar (sendo, muitas vezes, superiores aos da região). Acreditamos que este novo equipamento irá permitir o aumento da eficiência operacional, a nossa competitividade e os nossos volumes em termos de manuseamento de carga”, explicou a directora de Operações.
Recorde-se que em 2019 o porto prevê aumentar a sua capacidade de manuseamento com a conclusão das obras de reabilitação dos cais 6, 7, 8 e 9, o que irá não só criar cais com fundos de até 15 metros, como melhorar a taxa de sua ocupação, através da criação de uma maior área de atracação.
A dragagem do canal de acesso ao Porto de Maputo foi concluída em 2011 e serviu de âncora para a implementação do Plano-Director, uma vez que permitiu que o Porto passasse a receber navios de até 65.000 toneladas e, a nova dragagem de aprofundamento para 14.2 metros permite receber navios com porte até 120.000 toneladas.

 

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A dívida pública interna aumentou em 509 milhões de meticais (um USD vale 61 meticais ao câmbio oficial) desde Dezembro passado, situando-se actualmente em 112 525 milhões de meticais.
A informação foi revelada ontem, em comunicado de imprensa do Banco de Moçambique (BM), emitido no final da reunião do Comité da Política Monetária (CPMO), realizada em Maputo.

“A informação de Janeiro mostra que o fluxo da dívida pública interna contraída com recurso a Bilhetes do Tesouro, Obrigações do Tesouro e adiantamentos do Banco de Moçambique aumentou, desde o último CPMO, em 509 milhões de meticais, passando o saldo para 112 525 milhões de meticais”. Segundo o BM, os montantes acima não tomam em consideração outros valores de dívida pública interna, tais como contratos mútuos e de locação financeira, assim como responsabilidades de mora.
O BM alerta, ainda, que os riscos externos agravaram-se. “Aumentam os receios de um refreamento do crescimento mundial, em face da continuação da tensão comercial entre as principais economias, com impacto nos fluxos de comércio externo e na volatilidade dos preços internacionais das mercadorias, com destaque para o petróleo”.
Com efeito, o preço do barril de petróleo situou-se em USD 62,10 no fecho do dia 8 de Fevereiro de 2019, contra USD 64,81 observado no mesmo período de 2018.
“O CPMO continuará a monitorar os indicadores económico-financeiros e os factores de risco e não hesitará em tomar as medidas correctivas necessárias antes da próxima reunião do órgão, agendada para o dia 24 de Abril de 2019”, garante o banco central, citado pela AIM.
Ainda assim, o CPMO considera que subsistem riscos associados à sustentabilidade da dívida pública, às calamidades naturais, bem como às incertezas quanto à evolução dos preços dos bens administrados.
A reunião do CPMO havia sido marcada, inicialmente, para 21 de Fevereiro, tendo, porém, sido antecipada para esta segunda-feira.

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A inflação média a 12 meses no país manteve-se em Janeiro de 2019 em 3,91%, de acordo com a informação ontem divulgada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

O valor é o mesmo registado em Dezembro de 2018, de acordo com a documentação, e surge depois de uma tendência de redução registada todos os meses desde Maio de 2017.

A inflação homóloga, em Janeiro, em Moçambique, foi de 3,78%, e, ainda de acordo com o INE, a mensal foi de 0,65%.

A inflação mensal, em 2018, foi sempre inferior a 1% e chegou a ser negativa em Junho e Julho.

Os valores são calculados a partir das variações de preço de um cabaz de bens e serviços, com dados recolhidos nas cidades de Maputo, Beira e Nampula.

De acordo com o INE moçambicano, a inflação acumulada (anual) em 2018 foi de 3,52%, os mesmos pontos percentuais da inflação homóloga em Dezembro do último ano.

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