O BANCO Mundial (BIRD) vai financiar uma estratégia de combate à pesca ilegal em Sofala, revelou ontem, na Beira, o director provincial do Mar, Águas Interiores e Pescas, Carlos Sendela, num seminário que decorre naquela urbe. Leia mais

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O BANCO Barclays Moçambique e a Associação Mukhero, rubricaram ontem, em Maputo, um memorando de entendimento ao abrigo do qual a instituição financeira se compromete a lançar produtos e serviços, que impulsionem o sector informal. Leia mais

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, está satisfeito com os níveis de crescimento alcançados pela província de Gaza de 2015 a esta parte, não obstante eventos naturais negativos que marcaram a trajectória, sobretudo na sua zona Norte.

“Notámos com satisfação que os indicadores estão bem e a subir, não obstante as adversidades que esta província enfrenta, sobretudo nos distritos do norte, que têm sido assolados por eventos naturais como a seca e falta de água para o consumo humano. A produção global subiu, embora tenha sido de forma tímida, porque as condições não permitiram que se fizesse mais”, disse Filipe Nyusi, falando ontem a jornalistas no balanço dos dois dias da visita que vinha efectuando àquela província.

“A província continua sendo forte na agricultura, que contribui com 57 por cento da sua produção global, seguindo-se o sector de transportes com 21 por cento, ficando a restante parte percentagem para outras, com destaque para o comércio, o que nos encoraja bastante”, destacou o Chefe do Estado.

Ainda ontem, o Presidente da República procedeu ao lançamento de um manual de educação ambiental para o Ensino Primário, uma disciplina que deverá ser parte de currículo a partir do ano lectivo de 2020.

O acto, que teve lugar na Escola Secundária Joaquim Chissano, na cidade de Xai-Xai, foi testemunhado por membros do Governo e pela comunidade escolar local.

Nyusi escalou também vários sectores produtivos e económicos, e teve encontros com a população para a auscultação e actualização da mensagem sobre a necessidade do aumento da produção e da produtividade, e o aprimoramento da paz como fator determinante para o desenvolvimento do país.

“Também deixamos claro que o combate à corrupção deve ser desenvolvido continuamente e deve fazer parte da nossa cultura. A corrupção existe entre os pequenos e os grandes e o prejuízo também é a todos os níveis”, disse o Chefe do Estado, recomendando também uma luta tenaz pela redução dos acidentes de viação na província de Gaza, corredor principal para quem sai de Sul para o Norte e vice-versa.

Filipe Nyusi disse ter constatado, igualmente, a prevalência de desafios pela frente, nomeadamente a falta de água, sobretudo na zona norte da província, ainda que a sua escassez já comece a reduzir, com a construção de represas e abertura de sistemas multifuncionais, para a irrigação e consumo.

“No norte da província ainda temos problemas de conflitos homem-animal e estradas por serem melhoradas, a exemplo do troço Caniçado-Chicualacuala, que se tornou num grande problema. Deixámos a mensagem de que todas as infra-estruturas que estamos a erguer nesta província devem produzir e não devem ficar apenas como montra e figurarem apenas no mapa. As estradas devem produzir, a energia deve produzir e a indústria também. A energia que trazemos para a província não deve ser, simplesmente, para a iluminação, mas para produzir, na agricultura e na indústria”, disse Nyusi, fazendo menção a empresas que estão a surgir, como a fábrica de descasque da castanha de caju, a empresa de areias pesadas e o aeroporto de Chongoene.

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O Instituto do Algodão de Moçambique prevê para este ano uma redução de 8,6% na produção de matéria-prima no país, segundo uma projecção consultada hoje pela Lusa.

O algodão figura na 14.ª posição dos principais produtos de exportação de Moçambique, segundo os últimos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) do país, relativos a 2017 - ano em que a venda ao estrangeiro rendeu 9,1 milhões de dólares.

A campanha de 2018/19 deverá contar com menos produtores e ocupar uma área mais pequena: 100.000 hectares face a 180.835 da campanha anterior, com 170.000 produtores no terreno contra 228.133.

A queda de produção de 8,6% é prevista tanto para a produção de algodão caroço (de 65.653 para 60.000 toneladas) como para o algodão já em fibra (de 24.948 toneladas para 22.800).

Os valores representam menos de metade dos registados na campanha de 2011/12, época recorde da última década.

Na altura, a produção de algodão caroço chegou a 184.141 toneladas e o algodão em fibra ascendeu a 69.974 toneladas.

As mudanças climáticas estão a afectar a produção da matéria-prima, de acordo com o director-geral do Instituto do Algodão de Moçambique, Luís Tomo.

"Sabemos que um dos maiores desafios é a problemática das mudanças climáticas,que promovem o aumento da temperatura e modificações do regime das chuvas", sublinha, num comunicado do instituto a propósito da abertura da época de colheita e comercialização, agendada para 14 de Junho.

As mudanças no clima "alteram o cenário de doenças e seu maneio, bem como,o calendário,que dita a época das sementeiras, fazendo com que seja afectada,negativamente,a produtividade, a produção e a qualidade da fibra".

"O ano de 2019 oferece-nos vários desafios, nomeadamente, a melhoria da qualidade da semente e da qualidade da fibra, o aumento da produtividade e da produção" e respetiva modernização, conclui Luís Tomo.

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O governador do Banco de Moçambique, Rogério Zandamela, revela que 10 porcento de reservas cambiais do país estão aplicadas na moeda chinesa e salienta o papel cada vez mais preponderante que a yuan tem vindo a assumir como moeda de reserva internacional.

Falando no 10.º Fórum Internacional sobre o Investimento e Construção de Infra-estruturas em Macau, Zandamela precisou que a internacionalização crescente da moeda da China reforça o interesse de Moçambique em fazer aplicações em yuans.
O governador do Banco Central sublinhou a sua convicção de que essa tendência vai ser reforçada com a iniciativa “Faixa e Rota”, um projecto de construção de infra-estruturas para ligar a Ásia a Europa e a África.
A iniciativa “constitui uma plataforma de promoção da moeda chinesa,como moeda global,através da modernização das rotas comerciais, com o desenvolvimento de infra-estruturas”, sustentou, citado pela agência noticiosa Lusa.
“Não obstante este optimismo, pelo crescente uso do yuan,como moeda de reserva internacional, não podemos perder de vista alguns riscos e desafios associados ao [seu] uso”, advertiu, tendo mencionado os riscos associados a um provável agravamento das tensões comerciais entre a China e os Estados Unidos da América.
Zandamela adiantou que um dos desafios para Moçambique passa por fazer crescer o mercado de capitais, que “é,relativamente,pequeno e novo” e acrescentou “podemos vir a trabalhar com Macau,para obter mais financiamento,mas também para desenvolver o mercado de capitais.”
A edição de 2019 do fórum contou com mais de dois mil empresários, académicos e políticos, dos quais mais de 50 governantes oriundos de 40 países e regiões, num evento promovido sob a orientação do Ministério do Comércio da República Popular da China e do Governo de Macau.

O IIICF incluiu 36 fóruns paralelos, exposições, seminários de promoção de projectos e bolsas de contacto, entre outras actividades de negociação comercial, para operacionalizar a cooperação entre os países envolvidos na iniciativa “Faixa e Rota”.

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