Moçambique e Índia atingiram em 2018 cerca de 2 biliões de dólares norte-americanos em trocas comerciais, uma subida face aos 1.718.458,03 dólares no ano anterior, e há espaço para crescer.

'Moçambique continua a ser um dos principais destinos do investimento indiano em África e a nossa intenção é aumentar esta parceria', disse Rudra Gaurav Shresth, alto-comissário cessante da Índia em Moçambique, em entrevista à Lusa.

O carvão, a castanha de caju e o feijão estão entre os principais produtos que a Índia compra a Moçambique, mas os dois países devem procurar diversificar o cabaz, defendeu o diplomata.

'Estes produtos são muito importantes, mas devemos diversificar para que nos possamos proteger de possíveis variações dos preços no mercado internacional', observou.

Para garantir a diversificação, acrescentou, o Governo indiano eliminou taxas de produtos provenientes de Moçambique, com exceção de bebidas alcoólicas e tabaco.

“Este projeto ajudou Moçambique a aumentar o nível de exportação de produtos para a Índia”, referiu Rudra Gaurav Shresth, em resposta a anseios de produtores moçambicanos.

A Índia foi o destino de 34,3 por cento do valor das exportações, ou seja, vale 1,6 mil milhões de dólares, quase o dobro das vendas para a África do Sul, que era primeiro no anuário de 2016 e passou a ser o segundo país da lista.


 

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O valordas trocas comerciais entre a China e a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) atingiu 147.354 milhões de dólares em 2018, um aumento de 25,31% em termos homólogos, segundo dados oficiais chineses divulgados pelo Fórum de Macau. Leia mais

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A Anadarko, companhia norte-americana que está a investir na exploração de gás natural ao largo da costa do distrito de Palma, garante que os ataques dos malfeitores que, desde Outubro de 2017 estão a aterrorizar os residentes da província de Cabo Delgado, não têm impacto significativo nas suas operações.
Entretanto, reconhece que já sofreu dois ataques, recentemente, sendo que um ocorreu há pouco mais de uma semana no povoado de Maganja, que dista cerca de sete quilómetros do acampamento principal da Anadarko.
“Tivemos uma e outra paragem, mas nada que tivesse um impacto significativo nas nossas operações”, disse o gestor de industrialização do norte daquela companhia, Dayne Kells durante um encontro com a imprensa para anunciar os últimos desenvolvimentos sobre o projecto.
Reconhece, ainda, que os ataques afectaram algumas comunidades próximas.
“Tivemos algum reforço de unidades militares do governo”, disse, para de seguida fazer questão de frisar que “o projecto não é responsável pela segurança da região, pois isso é de competência exclusiva do governo moçambicano”.
Afirmou que, naturalmente, a Anadarko possui medidas de segurança para a protecção das suas instalações, mas que não podia revelar à imprensa.
“Nós zelamos apenas pela segurança dentro das nossas instalações”, vincou.
Questionado sobre a data provável para o início da produção, a fonte disse ainda ser muito prematuro pois os parceiros no projecto ainda estão por assinar a Decisão Final de Investimento (FID, sigla em inglês), algo que deverá ocorrer até ao fim do primeiro semestre do corrente ano.
Segundo Kells, a Anadarko emprega, actualmente, pouco mais de cinco mil pessoas, das quais 40 porcento são naturais do distrito de Palma. Os estrangeiros representam uma parte ínfima da mão-de-obra ou seja quatro porcento.
A maioria destes trabalhadores está envolvida em várias actividades de apoio, tais como construção de estradas, casas para o reassentamento das pessoas, que serão deslocadas pelo projecto, sistemas de abastecimento de água, entre outras.
Para melhor elucidar sobre a dimensão do projecto disse que o porto deverá ocupar uma área de cerca de metade do Porto de Maputo, na capital moçambicana.

 

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O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, convidou ontem a “Compagnie Mauricienne de Textille, Ltee” a investir em Moçambique, nomeadamente na construção de uma fábrica e no incentivo da produção de algodão, nos sectores familiar e industrial. Leia mais

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O BANCO de Moçambique (BM) considera que as investigações em curso, no país e no estrangeiro, ao processo das dívidas associadas às empresas EMATUM, Proíndicus e MAM, não estão a afectar o desempenho da economia nacional. Leia mais

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