Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O FundoMonetário Internacional (FMI) projecta um crescimento económico para Moçambique entre 4 e 4,7 por cento no próximo ano, segundo indicou, quarta-feira, em Maputo, o representante-residente desta instituição no nosso país. Leia mais

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O financiamento do projecto de exploração de gás natural da Área 1 do Rovuma começou a ser lançado junto da banca comercial a nível internacional, anunciou ontem o Ministro dos Recursos Minerais e Energia.

“Foi com agrado que soube que o financiamento do projecto foi lançado no mercado da banca comercial, um grande marco que representa a maturidade do empreendimento”, referiu Max Tonela, durante um encontro realizado em Maputo com agências de crédito à exportação - designadas no mercado pela sigla inglesa, ECA - Export Credit Agencies.

Segundo a Lusa, trata-se de instituições de crédito que vão suportar o financiamento de 12 mil milhões de dólares para as duas primeiras linhas de liquefação a instalar na Península de Afungi, província de Cabo Delgado, e com capacidade de produção de 12 milhões de toneladas por ano de gás natural líquido (GNL) pelo consórcio liderado pela petrolífera norte-americana Anadarko.

“Tanto quanto sei, cada um de vós vai agora iniciar o processo de aprovação pelas respectivas administrações, para providenciarem as respectivas parcelas de financiamento. São óptimas notícias”, acrescentou, dirigindo-se às instituições financeiras.

No encontro, em Maputo, o Governo reiterou, através de Max Tonela e do ministro da Economia e Finanças, Adriano Maleiane, o “forte empenho” no projecto da Área 1.

Para o efeito, o Ministro dos Recursos Minerais e Energia anunciou que o executivo moçambicano aprovou um plano de suporte ao empreendimento.

“Um plano de suporte ao projecto foi assinado na última semana”, com três objectivos, que visam dar celeridade a todo o processo, referiu.

O primeiro objectivo prevê o “apoio do Governo para a execução atempada” do empreendimento, seguindo-se a “adopção e implementação das medidas necessárias para renovar e aprovar licenças, autorizações de trabalho e vistos dentro dos prazos, bem como para importar e exportar bens e serviços de forma eficiente”.

O plano acautela ainda “a rápida resolução de quaisquer questões ou disputas que possam surgir”.

As obras de preparação na península de Afungi, em Cabo Delgado, registam já avanços “formidáveis”, aguardando-se a decisão final de investimento no primeiro semestre do próximo ano para arrancar a construção da fábrica de GNL.

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O Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, diz que um dos maiores desafios que Moçambique enfrenta no sector é a pesca ilegal, que lesa o país em pelo menos 60 milhões de dólares por ano.

O facto coloca grandes desafios no concernente ao reforço da fiscalização da costa. 
Mondlane falava, ontem, em Maputo, durante a abertura oficial do IV Conselho Coordenador do seu pelouro.

De acordo com o governante, há que continuar a trabalhar na busca de soluções inovadoras e coordenadas a nível nacional, regional e internacional para acabar com essas práticas, que só corroem a economia nacional.

“A instalação do Centro Regional de Controlo, Monitoria e Fiscalização da Pesca (MCS) da SADC, na KaTembe, cujas obras de construção iniciam já no próximo ano, será um ganho importantíssimo nesta frente. No entanto, enquanto isso não acontece temos que ser criativos e encontrar formas mais arrojadas para que a fiscalização seja realmente efectiva e a luta contra a pesca ilegal seja ganha”, disse.

Segundo Mondlane, as acções contra a prática de ilegalidades não se circunscrevem apenas à pesca.
“Temos, igualmente, que aprimorar os nossos meios de controlo e de vigilância em relação à inspecção do pescado, tanto na circulação interna, como na exportação, incluindo na observância de normas para a produção aquícola”, vincou.

Acrescentou que “temos que continuar a combater energicamente as práticas de subdeclaração de capturas, de volumes de exportação e de valor da venda em praças externas de destino do nosso pescado, concebendo e montando um sistema eficaz de controlo e monitoria”.
 

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O Ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, Agostinho Mondlane, disse ontem, em Maputo, que os técnicos do sector, em especial os da aquacultura, devem se fazer ao terreno para trabalhar com as comunidades, produzindo, e não serem simplesmente técnicos de gabinete. 
O governante falava durante a abertura oficial do IV Conselho Coordenador do Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas (MIMAIP).

 

 

Segundo Mondlane, deve ser promovida uma investigação científica que culmine com a produção de rações e alevinos de qualidade. 

 

 

Mas essa acção só pode resultar se for levada a cabo com base em realidade vivida no terreno. Não podemos permitir que as expectativas criadas com a realização do Fórum da Aquacultura e com a inauguração do Centro de Pesquisa em Aquacultura (CEPAQ) esmoreçam. É nossa responsabilidade fazer com que a bandeira da aquacultura continue bem içada no mastro mais alto do sector”, disse. 

 

 

Para isso, Mondlane defende que é preciso continuar a trabalhar para a conclusão do processo de aprimoramento da proposta de Plano de Acção para o Desenvolvimento da Aquacultura (PADA), de modo que, em 2019, este instrumento possa ser aprovado e passe a servir de elemento dinamizador de uma aquacultura que se torne preponderante na economia nacional.
Mondlane disse ainda que as direcções provinciais têm o privilégio de possuírem sob a sua jurisdição um espaço geográfico concreto e uma população pronta a trabalhar e a produzir para o seu sustento e para o desenvolvimento do país. 

 

 

Os directores provinciais, porque conhecedores da área, têm o dever de estar na vanguarda, com acções desafiantes e com impacto positivo nas comunidades”, sublinhou.
“Queremos fechar o quinquénio com chave de ouro. Para tal, a acção dos directores provinciais é e continuará a ser determinante”, disse.
O IV Conselho Coordenador do MIMAIP tem como objectivo fazer radiografia do desempenho do sector no quadro do Programa Quinquenal do Governo 2015-2019, assim como perspectivar as actividades do próximo ano.O encontro de três dias está subordinado ao lema “Moçambique, impulsionando a exploração sustentável do mar e seus recursos”.

 

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O MINISTRO dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, considera que a melhoria da eficiência das infraestruturas de transporte, com vista a tornar os produtos africanos mais competitivos nos mercados globais, constitui o principal desafio económico dos países do continente. Leia mais

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