Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

Três centrais fotovoltaicas de energia eléctrica, com capacidade total de gerar 200 megawatts de potência, estão projectadas para a cidade de Lichinga, distritos de Marrupa e Mandimba, província do Niassa, podendo absorver para sua construção um montante estimado em duzentos milhões de dólares.

A conclusão do processo de implantação do projecto da empresa Phanes Group dos Emiratos Árabes Unidos, em parceria com a Reputação Moz, vai promover a industrialização da província do Niassa, um objectivo inscrito no seu plano estratégico para os próximos doze anos, fundamentado no aumento da disponibilidade da energia electrica de qualidade.

O governador do Niassa Arlindo Chilundo e a directora geral da Phanes Group rubricaram ontem, na cidade de Lichinga, o memorando de entendimento para a implantação do projecto. O acto, segundo Chilundo, simboliza igualmente o arranque das actividades previstas para a implantação do projecto.

Na circunstância foi revelado que a cidade de Lichinga terá uma central fotovoltaica de 100 megawatts de potência. As outras duas centrais com capacidade de gerar 50 megawatts de energia solar cada serão erguidas nos distritos de Mandimba e Marrupa.

Danta Ross, director provincial dos Recursos Minerais e Energia no Niassa, que dispõe actualmente de 19,3 por cento de cobertura de energia eléctrica à população, explicou que o projecto de construção de centrais fotovoltaicas, que é resultado da conferência de investimentos para o desenvolvimento da província realizada em Abril passado, vai aumentar o acesso da população à electricidade,  reduzindo de forma significativa as oscilações e cortes no fornecimento.

“A energia eléctrica das centrais fotovoltaicas será introduzida para a rede de distribuição da Empresa Electricidade de Moçambique (EDM). No entanto, a introdução vai depender da capacidade de recepção e transformação existente ao nível das centrais em funcionamento nas subestações da EDM em razão da sua potência” – acrescentou o entrevistado.

A assinatura do memorando de entendimento sela definitivamente o interesse das duas partes em relação ao projecto, segundo a fonte. Acrescentou que a construção de centrais fotovoltaicas, com capacidade de 50 e 100 megawatts, exige disponibilidade de terra para implantação dos painéis solares.

Com efeito, vai iniciar nos próximos dias o processo de tramitação de títulos de direito de uso e aproveitamento da terra nos locais a serem seleccionados para implantação dos painéis solares na cidade de Lichinga, distritos de Marrupa e Mandimba, situados em dois importantes corredores que podem induzir o desenvolvimento da indústria em Niassa, pela vantagem que gozam para escoamento das matérias primas e produto final das fábricas.

O memorando prevê que passados 25 anos de exploração das centrais pela empresa que financia a sua construção, a gestão das infra-estruturas passe para a empresa estatal Electricidade de Moçambique.

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