Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

UM ex--ministro da Saúde da Namíbia, Richard Kamwi, disse quinta-feira, em declarações à agência chinesa Xinhua, que cerca de 90 por cento dos casos de malária no mundo ocorrem na região da África subsaariana. Leia mais

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O líder do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) desejou ontem, em Luanda, que o próximo congresso do partido, que vai marcar a transição política, se afirme como um momento de “unidade e de coesão política e ideológica”.

José Eduardo dos Santos discursava ontem na abertura da IV sessão extraordinária do Comité Central (CC) do MPLA, realizada para analisar os preparativos do VI congresso extraordinário do partido no poder, que se realiza a 08 de Setembro próximo.

Segundo José Eduardo dos Santos, líder do partido desde 1979, o encontro de hoje visa proceder à apreciação do projecto de informação do Comité Central do MPLA ao congresso.

Por outro lado, será apreciado o projecto de regulamento da atribuição dos títulos de presidente emérito, de membro honorífico do CC e de “militante distinto” do MPLA, em conformidade com os estatutos do partido.

O também ex-Presidente da República de Angola, que esteve 38 anos no poder, referiu que a preparação do congresso entrou na fase derradeira, “para a qual os membros da direcção do partido, os militantes, simpatizantes e amigos não têm poupado esforços para que seja um êxito e alcance os objectivos pretendidos”.

“Na verdade, desejamos que o VI congresso extraordinário, que vai marcar uma transição política no seio do partido, se afirme como um momento de unidade e de coesão política e ideológica”, disse Eduardo dos Santos.

Segundo o líder do MPLA, os documentos submetidos à consideração do CC "espelham a vontade da massa militante do partido, que foi devidamente consultada, através dos respectivos comités provinciais, que realizaram reuniões plenárias no período de 07 a 12 de Junho do presente ano".

Deste modo, o Comité Central submeterá ao congresso dois projectos de resolução, ligados ao primeiro chefe de Estado de Angola, Agostinho Neto, conferindo-lhe os títulos de “Presidente Emérito do MPLA” e de “Membro Honorífico do Comité Central”.

No congresso serão apresentados três outros projectos de resoluções do Comité Central, todos ligados a José Eduardo dos Santos, que será condecorado com os títulos de “Presidente Emérito do MPLA”, de “Membro Honorífico do Comité Central” e de “Militante Distinto do MPLA”.

Também no Congresso, o actual Presidente de Angola, João Lourenço, actual vice-presidente do MPLA, vai suceder a José Eduardo dos Santos na liderança do partido.

 

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OS chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) reúnem-se hoje e amanhã, em Windhoek, a capital da Namíbia, na 38ª cimeira ordinária da organização para discutir a promoção do desenvolvimento de infra-estruturas e empoderamento da juventude, com vista ao desenvolvimento sustentável. Leia mais

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A procuradora-geral do Brasil, Raquel Dodge, enviou ontem ao Tribunal Superior Eleitoral do Brasil uma impugnação contra a candidatura presidencial de Lula da Silva, oficializada pelo Partido dos Trabalhadores (PT), informaram fontes oficiais.

Numa petição enviada para o instrutor do caso, o juiz Luís Roberto Barroso, Dodge defende que Lula é inelegível porque foi condenado por um tribunal de segunda instância, de acordo com um comunicado publicado na página da internet do Ministério Público.

Ao início da noite de ontem, representantes do PT registaram, pouco antes do final do prazo, o pedido de candidatura da coligação liderada por Lula da Silva, antigo chefe de Estado brasileiro que foi condenado a 12 anos e um mês de prisão por ter recebido um apartamento do luxo na cidade costeira do Guarujá como suborno da construtora OAS para favorecer contratos da empresa com a petrolífera estatal Petrobras.

O antigo governante do Brasil escreveu uma carta, divulgada também ontem, na qual afirma que lutará até ao fim para manter a sua candidatura. “Com o meu nome aprovado na convenção, a Lei Eleitoral garante que só não serei candidato se eu morrer, renunciar ou for arrancado pela Justiça Eleitoral. Não pretendo morrer, não penso renunciar e vou brigar pelo meu registo até ao final”, escreveu, segundo a Lusa.

O registo da candidatura de Lula da Silva foi acompanhado por uma série de eventos, incluindo uma grande marcha que reuniu cerca de 40 mil pessoas em Brasília, segundo os organizadores. De acordo com a polícia militar do Distrito Federal, o número de participantes na marcha foi menor, cerca de 10 mil pessoas.

Lula da Silva, de 72 anos, é o favorito em todas as sondagens de intenção de voto para as presidenciais do Brasil, agendadas para 07 de Outubro, arrecadando cerca de um terço das intenções de voto, o dobro de qualquer outro candidato.

Treze candidatos tinham formalizado até às 19:00 de quarta-feira (01:00 em Maputo), dentro do prazo, o processo junto do Tribunal Superior Eleitoral para concorrerem às eleições presidenciais do Brasil, agendadas para 07 de Outubro.

Os candidatos ao cargo máximo do Governo brasileiro são Álvaro Dias, do Podemos, Cabo Daciolo, do Patriota, Ciro Gomes, do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Geraldo Alckmin, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), e Guilherme Boulos, do Partido Socialismo e Liberdade (Psol).

Também serão candidatos Henrique Meirelles, do Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Jair Bolsonaro, do Partido Social Liberal (PSL), João Amoêdo, do Novo, João Goulart Filho, do Partido Pátria Livre (PPL), José Maria Eymael, do Democracia Cristã (DC), Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores (PT), Marina Silva, da Rede Sustentabilidade, e Vera Lúcia, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU).

A campanha eleitoral brasileira começa hoje, quando os candidatos têm autorização para realizar comícios, caravanas automóveis, distribuir material de campanha e de propaganda na internet, desde que esta não seja paga.

Esta eleição é marcada por quatro anos de instabilidade, causada por inúmeros escândalos de corrupção que marcaram líderes da maioria dos partidos políticos e a destituição da última Presidente eleita, Dilma Rousseff.

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O Governo de Angola anunciou ontem a criação da Agência Nacional de Petróleos e Gás (ANPG), pondo termo ao monopólio da empresa petrolífera angolana Sonangol, cujo objectivo passa a focar-se unicamente no sector dos hidrocarbonetos.

O anúncio foi feito conjuntamente pelos ministros dos Recursos Minerais e Petróleos, Diamantino Azevedo, e das Finanças, Archer Mangueira, ao apresentarem os resultados do Grupo de Reestruturação do Sector dos Petróleos, criado a 21 de Dezembro de 2017, por decreto do Presidente de Angola, João Lourenço.

O grupo de trabalho foi coordenado por Diamantino de Azevedo, que teve Archer Mangueira como adjunto, sendo constituído também pelo secretário de Estado dos Petróleos, Paulino Jerónimo, e pelo presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Carlos Saturnino.

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