TODOS os anos, a Universidade do Sul da Califórnia leva delegações da África para se reunir com líderes empresariais, funcionários do Governo e outros nos Estados Unidos. Mas este ano, a cimeira EUA-Africa não teve participantes africanos.  A todos lhes foram negados os vistos.

Uma cimeira havida semana passada nos Estados Unidos para discutir o desenvolvimento sustentável de África, não teve representantes africanos, porque nenhum teve permissão para entrar no país.

Cerca de 100 africanos foram proibidos de entrar nos Estados Unidos para participar da Cimeira de Desenvolvimento Econômico Global de África, que acontece todos os anos na Universidade do Sul da Califórnia.

A cimeira pretende encorajar as empresas norte-americanas a investir em África, particularmente no apoio à energia limpa, combate dos efeitos das mudanças climáticas e redução da pobreza.

O evento está aberto a empreendedores, corporações e líderes políticos e cívicos dos Estados Unidos e de África, cujos representantes têm a oportunidade de mostrar projectos que precisam de ajuda técnica ou investimento.

A presidente da Cimeira, Mary Flowers, falando à Voz da América (VOA) disse que "normalmente, 40% dos convidados têm a entrada dos EUA recusada, mas os outros vêm. Este ano (a recusa de vistos) foi de 100% (…) ”.

"Eu tenho que dizer que a maioria de nós sente que é um problema de discriminação com as nações africanas. Experimentamos isso uma e outra vez, e as pessoas rejeitadas são pessoas de negócios legítimos com vínculos com o continente ".

Os convidados africanos à cimeira incluíam palestrantes e representantes de Governos, de países como África do Sul, Serra Leoa, Guiné-Conacri, Gana, Nigéria e Etiópia. - VOA

 

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