O PRIMEIRO-MINISTRO francês, Bernard Cazeneuve, anunciou hoje, sexta-feira, o reforço da segurança antes da primeira volta das presidências que se realiza no domingo, depois do atentado de quinta-feira, que provocou a morte de um polícia, em Paris.

No final da reunião do Conselho de Defesa, presidido pelo chefe de Estado, François Hollande, o primeiro-ministro explicou que vão ser mobilizadas “unidades especializadas de intervenção para garantir uma capacidade de resposta total”.

O chefe de governo disse ainda esperar que com a presença efectiva de 50 mil polícias, gendarmes e militares no próximo domingo junto das assembleias de voto, a eleição decorra com "normalidade".

O atentado de quinta-feira, reivindicado pelo grupo extremista Estado Islâmico, ocorreu nos Campos Elísios, no centro da capital francesa.

Entretanto, o alegado terrorista que a França procurava por suspeita de ligação ao atentado entregou-se hoje à polícia em Antuérpia, na Bélgica, indicou o Ministério do Interior francês.

O porta-voz do Ministério, Pierre-Henry Brandet, citado pela emissora "France Info", disse que o suspeito tinha sido sinalizado pelos serviços secretos belgas às autoridades francesas depois.

Numa entrevista à rádio Europe 1, Brandet sublinhara ser “demasiado cedo” para dizer se este homem está “muito ou pouco” ligado aos acontecimentos nos Campos Elísios.

Um polícia foi morto e dois ficaram gravemente feridos na quinta-feira à noite, quando um homem disparou contra o veículo em que seguiam na avenida dos Campos Elísios, no centro de Paris.

A procuradoria de Paris, que está a investigar o caso, disse entretanto que os investigadores encontraram uma espingarda e facas no carro do atacante, que foi abatido perto do local do atentado por outros agentes da polícia.

"O agressor chegou de carro, saiu. Abriu fogo contra o carro da polícia com uma arma automática, matou um dos polícias", disse fonte policial citada pela AFP. Uma turista ficou "ligeiramente ferida por bala" durante a troca de tiros, acrescentou outra fonte policial.

 

Por seu turno, a candidata da extrema-direita às eleições presidenciais francesas de domingo, Marine le Pen, pediu hoje que sejam restabelecidas imediatamente as fronteiras após o ataque.

“A este Governo efémero, gerido pela inação, peço que ordene o restabelecimento imediato das nossas fronteiras nacionais”, afirmou a candidata, numa declaração à imprensa, na sua sede de campanha em Paris, condenando ainda a “frouxidão penal” dos governos de esquerda e de direita dos últimos anos.

 

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