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ALGUMAS das vítimas mortais do incêndio de quarta-feira no edifício residencial Grenfell, oeste de Londres, poderão nunca vir a ser identificadas, admitiu nesta sexta-feira a polícia britânica.

“Tristemente, há um risco de que não possamos identificar todos”, disse o comandante da polícia Metropolitana de Londres (MET), Stuart Candy, acrescentando esperar que o número total de mortos não seja superior a três dígitos.

Até ao momento estão confirmados 17 mortos pelo fogo que destruiu o edifício de 24 andares, no qual viviam entre 400 e 600 pessoas, mas as autoridades estimam que o número possa subir.

Pelo terceiro dia consecutivo, os bombeiros revistaram hoje os andares do prédio, composto por 120 apartamentos, muitos deles de protecção social, enquanto aumentam as críticas sobre a segurança em outros edifícios similares no Reino Unido.

As autoridades são criticadas pelo estado em que se encontrava o edifício depois de alguns residentes terem denunciado que os alarmes de incêndio não dispararam, e também pelo material usado no revestimento do imóvel, composto por polietileno, que explicaria a rapidez com que se propagaram as chamas na madrugada de quarta-feira.

Não está ainda esclarecida a origem do incêndio e a primeira-ministra britânica, Theresa May, iniciou uma investigação oficial sobre a tragédia, a fim de compreender todas as causas do ocorrido para que este desastre não volte a ocorrer.

May é também criticada pelos media locais por não ter falado ontem com os sobreviventes do incêndio quando visitou o bairro norte de Kesington, onde está o imóvel e onde falou com agentes da polícia e bombeiros que trabalharam para conter o fogo e resgatar os residentes.

Entretanto, vinte e quatro pessoas continuam hospitalizadas, 12 das quais em “estado crítico”, devido ao incêndio.

Segundo a mesma fonte, os feridos estão a ser tratados em quatro hospitais da capital britânica.

Os serviços de emergência falam de “dezenas” de desaparecidos no acidente e meios de comunicação especulam que o incêndio na torre Grenfell – com 24 andares, 120 apartamentos e entre 400 e 600 moradores – pode ter causado “mais de 150 mortos”.

No entanto, a polícia estimou que o número de vítimas mortais não será superior a 100, segundo a agência noticiosa espanhola EFE.

O presidente da câmara de Londres, Sadiq Khan, exigiu na quinta-feira a publicação, ainda "este verão", do relatório preliminar sobre o incêndio no edifício Grenfell, algumas horas depois de a primeira-ministra britânica, Theresa May, ter anunciado uma investigação oficial sobre o sinistro.

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