PELA primeira vez milhares de venezuelanos realizaram, na quinta-feira, uma procissão fora de época à Divina Pastora, a quem pediram liberdade, democracia e paz no país.

A iniciativa foi promovida pela Igreja Católica e teve lugar no Estado de Lara (centro do país) onde a 14 de Janeiro de cada ano se realiza a procissão em honra da "Excelsa Padroeira", que parte da Igreja de Santa Rosa de Lima até à catedral da cidade de Barquisimeto.

As televisões locais mostraram imagens de pessoas na procissão, descalças, de joelhos e em cadeira de rodas, algumas entre lágrimas, enquanto entoavam o hino da Venezuela.

Dezenas de jovens com imagens religiosas e fotos de pessoas mortas em manifestações da oposição uniram-se à procissão, simbolizando a "resistência nacional" e instando a população a sair às ruas, "porque a luta é de todos".

A Divina Pastora de Barquisimeto é uma vocação mariana, considerada a terceira maior a nível mundial, depois de Nossa Senhora de Fátima e da Virgem de Guadalupe.

A devoção é originária de Sevilha, Espanha e os primeiros registos do culto na Venezuela datam de 1706, com a chegada dos Capuchinos. A imagem, encomendada a um escultor espanhol, foi enviada por erro para a Venezuela, em substituição da Imaculada Conceição.

Um padre local tentou devolver a imagem, mas a caixa onde se encontrava ficou tão pesada que foi impossível levantá-la do chão. Este acontecimento foi interpretado como um sinal de que a Divina Pastora queria ficar na Igreja de Santa Rosa.

Entretanto, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela divulgou na quinta-feira o calendário eleitoral até finais de 2017, confirmando que a 10 de Dezembro os venezuelanos devem ir às urnas para novas eleições regionais.

O anúncio do CNE está a ser questionado pela oposição venezuelana que afirma que as eleições, segundo a legislação em vigor, deveriam ter-se realizado em finais de 2016 e responsabiliza aquele organismo pelos atrasos.

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