UM grupo de cinco partidos, sem assento no Parlamento da Guiné-Bissau, propôs terça-feira a demissão do actual Governo do país e a nomeação de um novo Executivo, constituído apenas por tecnocratas para acabar com o impasse político.

Silvestre Alves, porta-voz do grupo, defendeu que o Movimento Democrático Guineense (MDG), por si liderado e outras quatro formações políticas entendem ser esta "a melhor via para desempatar a crise política" que afecta a Guiné-Bissau há cerca de dois anos.

Além do MDG, subscrevem a proposta, a Aliança Socialista Guineense (ASG), o Partido Social Democrata (PSD), o Partido dos Trabalhadores da Guiné-Bissau (PT) e o Partido Africano para a Liberdade, Organização e Progresso (PALOP).

Na opinião destas cinco formações políticas, o país encontra-se "num autêntico imbróglio" e apenas um Governo integrado por tecnocratas, figuras sem vínculos conhecidos aos partidos, seria capaz de mudar a situação.

"Esse Governo de transição teria como mandato arrumar a casa", que passaria pela regularização da administração pública, promover reformas do quadro legal do país e realizar eleições legislativas em 2018.

Seria um Governo "a ser fiscalizado" por um gabinete integrado por representantes dos cinco partidos com assento no Parlamento e ainda um elemento da Presidência da República, explicou Silvestre Alves.

Desde a semana passada que o presidente bissau-guineense, José Mário Vaz, lançou consultas com diferentes sectores da sociedade, para a busca de uma saída para crise política no país.

O grupo dos partidos extraparlamentares antevê, no entanto, dificuldades para que haja um entendimento "no que quer que fosse" entre os actuais actores políticos bissau-guineenses. – LUSA

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