PARECE difícil a formação do VII Governo constitucional de Timor-Leste. Sem maiorias absolutas, a engenharia é a construção de uma coligação. A Fretilin, vencedora das legislativas de 22 de Julho, lançou-se já em negociações mas, até ontem, não tinha repostas positivas.

O líder da terceira força política timorense, o Partido de Libertação Popular (PLA), garantiu ontem que o partido não fará parte de qualquer coligação de Governo e adiantou que cabe à Fretilin formar o Executivo.

Taur Matan Ruak, que também rejeitou a possibilidade de eleições antecipadas, falava depois de um encontro de cerca de uma hora que uma delegação do PLP manteve com a contraparte da Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Frelitin) no âmbito das negociações para a formação de Governo.

Mari Alkatiri, secretário-geral da Fretilin, disse, por seu lado, compreender “a posição do PLP de se querer manter na oposição mas também de rejeitar qualquer hipótese de eleições antecipadas”

“Significa que o PLP reconhece que a Fretilin é o partido mais votado, mas também que quer a estabilidade” do país, afirmou.

A Fretilin iniciou na quarta-feira, com uma delegação da segunda força mais votada, o Congresso Nacional da Reconstrução Timorense (CNRT), uma ronda de contactos no intuito de formar Governo.

Xanana Gusmão, presidente do CNRT, esteve ausente do encontro e a delegação do partido saiu da reunião comprometendo-se a tomar decisões na cúpula do partido.

Recentemente, o CNRT decidiu não integrar qualquer coligação de Governo, preferindo fazer oposição.

A se manterem as posições quer do CNRT, (com 22 assentos), quer do PLP (oito), resta à Fretilin (23 lugares) garantir apoios das outras duas forças do futuro parlamento - o Partido Democrático (PD, sete) e cinco o Kmanek Haburas Unidade Nacional Timor Oan (KHUNTO, cinco) – para formar governo.

Perante a aparente dificuldade em formar governo, há quem faça referências a um passado de há uma década. Em 2007, à vitória por maioria relativa da Fretilin, o CNRT respondeu com uma coligação com as restantes forças políticas, a Aliança de Maioria Parlamentar (AMP). - LUSA

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