Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A ÁFRICA do Sul e os Estados Unidos apelam à aceitação, pela oposição, dos resultados das eleições gerais no Zimbabwe que culminaram com a vitória do actual presidente Emmerson Mnangagwa, nas presidenciais, e o seu partido, a União Nacional Africana do Zimbabwe – Frente Patriótica (ZANU-PF) nas parlamentares.

O Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, felicitou telefonicamente o presidente-eleito, Emmerson Mnangagwa, e pediu aos líderes políticos e ao povo que aceitem o resultado da eleição e que, caso tenham reclamações, sigam os meios legais previstos na Constituição e na lei eleitoral.

Já os Estados Unidos consideraram que, apesar da eleição ter sido marcada por violência após a votação, o vencedor deve mostrar “magnanimidade” e a oposição deve mostrar “graciosidade na derrota”.

Em comunicado, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Heather Nauert, disse que a votação apresentou ao país uma chance histórica de ir além das crises políticas e económicas do passado e em direcção à profunda mudança democrática.

“Encorajamos todos os líderes políticos a mostrarem a magnanimidade na vitória e a graciosidade na derrota”.

Entretanto, o líder oposicionista sul-africano, Julius Malema, aconselhou a Nelson Chamisa, líder da Aliança MDC, a aceitar a derrota nas eleições gerais zimbabweanas e que passe a se concentrar nas próximas eleições de 2013.

Em entrevista a jornalistas na África do Sul, Malema felicitou o Presidente eleito Emmerson Mnangagwa e o povo do Zimbabwe por realizar uma eleição pacífica testemunhada por observadores locais e estrangeiros.

"Felicitamos o Presidente Mnangagwa e queremos felicitar os zimbabweanos por terem conduzido eleições pacíficas", disse Malema.

"Pedimos ao nosso irmão Nelson Chamisa para aceitar o resultado," afirmou Malema, para quem, como oposição na África do Sul, eles queriam uma vitória de Chamisa, já que isso os teria inspirado.

Os resultados finais dão vitória a Mnangagwa, de 75 anos, com 50,8% dos votos, contra  44,3% de Chamisa, 40 anos - uma vantagem de 0,8% acima do limite necessário para evitar uma segunda volta. Para o parlamento, a ZANU-PF conseguiu a maioria absoluta, elegendo 144 deputados, contra 61 da Aliança MDC.

THE HERALD/NEWS24

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