OS aviões 737 Max daBoeing deixam de voar, pelo menos temporariamente. A multinacional norte-americana de aviação decidiu quarta-feira colocar em terra a sua frota global daquele modelo deaeronaves, depois que os investigadores descobriram novas evidências na cena do acidente da Ethiopian Airlines, que tirou a vida a 157 pessoas, entre as quais o moçambicano Marcelino Tayob. Leia mais

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O líder do PAIGC, Domingos Simões Pereira, afirmou ontem que o maior vencedor das legislativas de 10 de Março é a Guiné-Bissau e que será primeiro-ministro de todos os bissau-guineenses. Leia mais

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A Agência Europeia de Segurança Aeronáutica (EASA) acaba de anunciar a proibição dos voos do Boeing 737 Max 8 e Max 9 em todo o espaço europeu dos países membros daquela agência.

Doze países europeus, incluindo nove de outros continentes, tinham proibido voos com o Boeing 737 Max 8 até que se esclareçam as circunstâncias que levaram à queda do avião que se despenhou no domingo, na Etiópia, matando as 157 pessoas que seguiam a bordo.

A decisão surge depois de alguns países europeus, como a Alemanha, a França e o Reino Unido, terem decidido unilateralmente contrariar o regulador da aviação nos EUA (a FAA) e antecipar-se à própria EASA.

Esta medida da EASA entrou em vigor às 19.00 horas desta terça-feira e, segundo o comunicado da agência, abrange “todos os voos comerciais de operadores não-europeus que voem para a Europa, dentro da Europa ou saem da Europa rumo a outros destinos extra-europeus”.

A mesma entidade espacial europeia refere que continua a acompanhar todas as informações relativas ao acidente de domingo, cuja investigação está entregue às autoridades etíopes, com apoio da agência norte-americana que investiga acidentes aéreos (NTSB).

“A investigação está a decorrer e é demasiado cedo para tirar conclusões sobre a causa do acidente” de domingo, acrescenta o comunicado. Mas, pelo sim ou pelo não, na Europa ninguém voa em modelos iguais aos que caíram em África e, cinco meses antes, na Indonésia.

Quarenta e oito horas depois do acidente mortal na Etiópia, a EASA alarga a proibição à versão Max 9 do 737, mostrando que se perdeu a confiança na última coqueluche da Boeing.

Além da Europa, que aplicou a medida mais severa aos aviões da Boeing, China, Austrália, Malásia, Singapura, Omã, Coreia do Sul, Mongólia e Indonésia também suspenderam os voos do 737 Max 8, tal como 27 companhias de aviação que, de forma unilateral, seguiram o mesmo caminho.

(Notícias/Publico)

 

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância, Unicef, indica que o ano de 2018 registou o maior número de crianças mortas desde o início do conflito na Síria, que entrou para o nono ano. Ao todo, 1106 crianças teriam sido mortas.

A agência destaca que estes são apenas os dados que a ONU foi capaz de verificar, o que significa que os números verdadeiros sejam provavelmente muito maiores.

Para a directora executiva do Unicef, Henrietta Fore, “hoje existe um equívoco alarmante de que o conflito na Síria está chegando rapidamente ao fim, e não está”. Em nota, a representante disse que muitas “crianças em diversas partes do país continuam em perigo, tanto quanto em qualquer outro momento” do conflito.

De acordo com o Unicef, as minas são agora a principal causa de mortes de crianças em   todo o país, com munições não detonadas, responsáveis por 434 mortes e vários feridos no ano passado.

A chefe do Unicef destacou ainda que “o ano de 2018 também viu 262 ataques contra instalações de educação e saúde, outro recorde”, afirmando-se particularmente preocupada com a situação em Idlib, no noroeste da Síria, onde a intensificação da violência matou 59 crianças, somente nas últimas semanas”.

Países vizinhos na região abrigam 2,6 milhões de crianças refugiadas sírias. Para além disso, muitas famílias não podem enviar suas crianças para a escola devido às poucas oportunidades de terem alguma renda, situação que propicia para que se recorra a outras formas de sobrevivência pouco recomendáveis, como o trabalho e casamento infantil.

Fore aponta que “à medida que a guerra caminha para o nono ano, desde a sua deflagração, o Unicef lembra novamente às partes envolvidas no conflito e à comunidade global que são as crianças do país as que mais sofreram e têm mais a perder”.

Para a chefe da agência, “cada dia que o conflito continua é outro dia roubado da infância delas”.

(Notícias/ONUNEWS)

 

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O Parlamento britânico rejeitou ontem, terça-feira (12), mais uma vez, o acordo de Brexit, aproximando o Reino Unido de uma saída sem acordo da União Europeia no próximo dia 29, com 391 contra e 242 votos a favor.

Após a divulgação do resultado do acordo proposto por Theresa May, foi anunciado que hoje, quarta-feira,  se seguirão um debate e uma votação sobre a saída sem acordo.

“Esta é uma questão de profunda importância”, ressaltou a primeira-ministra, que afirmou que os deputados do seu partido, o Partido Conservador, estão liberados para votar como quiserem.

Mas se os deputados rejeitarem um Brexit sem acordo haverá uma votação na quinta-feira sobre a extensão do Artigo 50, o que adiaria a saída do bloco, marcada para 29 de Março.

“Mas votar por uma extensão não resolve os problemas do governo. A União Europeia vai querer saber se o Reino Unido quer revogar o artigo 50, ou se quer um novo referendo. Essas são as escolhas que a Câmara deve enfrentar agora”, afirmou.

 

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