O PRESIDENTE da Argélia, Abdelaziz Bouteflika, renunciou concorrer a um quinto mandato consecutivo nas próximas eleições presidenciais, cedendo aos apelos de milhares de manifestantes que saíram às ruas do país nas últimas semanas. Leia mais

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O EX-PRESIDENTE Jacob Zuma está novamente sob fogo de críticas. Um relatório, publicado no fim de semana, detalha como a agência dos Serviços de Inteligência da África do Sul (SSA) foi manipulada durante a sua Presidência, para servir os seus interesses e dos seus próximos. Leia mais

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O Departamento de Protecção e Segurança das Nações Unidas anunciou que pelo menos 21 funcionários da organização morreram no acidente aéreo da Ethiopian Airlines, ocorrido domingo, minutos após levantar voo, matando todas as 157 pessoas que viajavam a bordo do Boeing 737 Max 8.

Pelo trágico acontecimento, a bandeira das Nações Unidas está desde segunda-feira à meia haste em todos escritórios da organização espalhados pelo mundo, em homenagem aos trabalhadores de agências do Sistema da ONU que morreram na queda do avião da Ethiopian Airlines.

Com a medida, a organização presta tributo “ao compromisso e às contribuições” pelo serviço dos funcionários que perderam a vida no voo que caiu após levantar voo na capital etíope, Addis-Abeba.

Segundo a fonte, o Programa Mundial de Alimentação, PMA, perdeu sete funcionários, a Agência da ONU para Refugiados, ACNUR, perdeu dois, o mesmo número que a União Internacional de Telecomunicações, UIT.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, a Organização Internacional para Migrações, OIM, no Sudão, o Banco Mundial e a Missão de Assistência da ONU na Somália, UNSOM, perderam um funcionário cada. Seis trabalhadores do Escritório das Nações Unidas em Nairobi, UNON, também morreram.

Na capital queniana os funcionários das Nações Unidas observaram um momento de silêncio em homenagem às vítimas do acidente da companhia aérea etíope. Em comunicado, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, afirma que ficou "profundamente triste com a trágica perda de vidas".

Guterres transmitiu as suas “sinceras condolências e solidariedade” às famílias e entes queridos das vítimas, incluindo os membros da equipe das Nações Unidas, ao Governo e ao povo da Etiópia.

O avião Boeing 737 Max 8, com destino à capital queniana, Nairobi, e que transportava passageiros de mais de 35 países, descolou às 8.44 horas e seis minutos depois perdeu o contacto com o controlador de tráfego aéreo no Aeroporto Internacional de Bole, em Addis-Abeba.

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A ETIÓPIA esteve ontem de luto pela queda no domingo do Voo ET 302 que causou a morte de cerca de 160 pessoas que seguiam a bordo, entre as quais um moçambicano. Também o Quénia, país de origem da maioria (32) das vítimas do acidente, observou ontem uma jornada de nojo. Leia mais

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O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, manifestou-se este domingo "profundamente entristecido" pela queda de um avião na Etiópia, que provocou a morte dos 157 ocupantes, incluindo funcionários da ONU.

“As minhas sinceras condolências às famílias e próximos de todas as vítimas - incluindo a nossa equipa das Nações Unidas - que faleceram nesta tragédia", disse.

O porta-voz de António Guterres não adiantou informações sobre as vítimas, mas afirmou que a Organização das Nações Unidas está a trabalhar com as autoridades etíopes.

O alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi, afirmou, num comunicado, que entre as vítimas do acidente aéreo se encontravam funcionários do ACNUR, agência da ONU que lidera.

"Estamos a trabalhar para confirmar quantos colegas do ACNUR estavam entre aqueles que estavam a bordo do voo trágico. Estamos a seguir os nossos procedimentos para informar as famílias e assisti-las neste momento devastador e doloroso", referiu Grandi na mesma declaração.
O ACNUR "sofreu hoje uma grande perda", lamentou o alto-comissário, que mencionou ainda que "colegas de outros parceiros" também estavam a bordo.

O avião partiu da capital etíope, Addis-Abeba, e tinha como destino a capital do Quénia, Nairobi,  importantes centros para trabalhadores humanitários.

Também o presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat, transmitiu ontem "total solidariedade" ao Governo e ao povo da Etiópia.

As autoridades etíopes já confirmaram que não houve sobreviventes.

"Também expresso a nossa total solidariedade com o Governo e povo da Etiópia", disse Moussa Faki Mahamat.

O parlamento etíope já declarou luto nacional, esta segunda-feira, em memória das vítimas do acidente aéreo, anunciou o primeiro-ministro, Abiy Ahmed, também no Twitter.

O Ministério Público francês anunciou, entretanto, a abertura de uma investigação sobre o acidente, em que morreram oito nacionais franceses, um procedimento habitual quando morrem cidadãos franceses no estrangeiro.

Segundo a lista actualizada da Ethiopian Airlines, as 157 pessoas (149 passageiros e oito tripulantes) que morreram no acidente eram provenientes de 35 países, alguns do Continente Africano, mas também vários da Europa, como Itália, França, Reino Unido, Alemanha ou Espanha.
Entre as vítimas mortais do acidente consta uma pessoa de Moçambique, Estado-membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

De acordo com as informações avançadas, o acidente com o avião da Ethiopian Airlines, um Boeing 737-8 MAX, terá ocorrido às 08:44 (horas locais), cerca de seis minutos após a descolagem do aeroporto da capital da Etiópia, altura em que o aparelho desapareceu dos radares.
O aparelho caiu numa zona chamada Hejeri, perto da cidade de Bishoftu, a cerca de 42 quilómetros a sudeste da capital da Etiópia e onde fica a sede da maior base da Força Aérea etíope.
As causas do acidente ainda não são conhecidas.

A Ethiopian Airlines anunciou, entretanto, que a companhia aérea, as autoridades etíopes, o fabricante Boeing e outras partes interessadas vão colaborar numa investigação para descobrir as causas do sinistro.

O acidente deste domingo ocorreu cerca de cinco meses depois de um outro Boeing 737-8 MAX da companhia Lion Air ter caído na Indonésia, cerca de 12 minutos após a descolagem e por causa de falhas técnicas, de acordo com dados recolhidos de uma das caixas negras do aparelho.

O acidente ocorrido em Outubro de 2018 provocou a morte de 189 pessoas. (RM /NMinuto)

 

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