O PRESIDENTE da África do Sul diz que o país está a curar os "efeitos corrosivos da corrupção". No seu discurso sobre o Estado da Nação, Cyril Ramaphosa anunciou ainda eleições gerais a 8 de Maio próximo. Leia mais

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Dois empresários, um moçambicano e outro português, foram assassinados recentemente na província da Huíla, em Angola, informou hoje a Polícia citada pela Lusa.

O moçambicano, Álvaro Morgado, e o português, Délcio dos Reis Cardoso, ambos de 64 anos, residiam na província de Benguela, no litoral sul de Angola, de acordo com o comunicado.

O desaparecimento das vítimas foi dado a conhecer pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Benguela, na quarta-feira, à Polícia da província da Huíla, para onde os empresários terão partido no dia 20 de Janeiro, para o município da Matala, supostamente numa viagem de negócios.

A Polícia refere que, após algumas diligências, foi possível confirmar as mortes dos empresários nos dias 23 e 24 de Janeiro, bem como a localização dos corpos.

Segundo a nota, as diligências permitiram também identificar e deter os autores confessos dos crimes,  encontrando-se detidas cinco pessoas em relação com o caso.

A Polícia recuperou ainda a viatura do cidadão português em que as vítimas viajaram de Benguela para Matala.

Dados preliminares da Polícia determinaram que o crime resultou de “um negócio ilícito mal sucedido”, em que não foram revelados mais pormenores.

No comunicado indica-se ainda que, após a prática dos crimes que ocorreram na localidade de Liculo, os corpos das vítimas foram transportados para a área das Cabanas-Camontanha, comuna de Dongo, município da Jamba, onde foram enterrados pelos autores do crime.

O respectivo processo-crime foi remetido para a Procuradoria-Geral da República e, neste momento, está em curso o processo de exumação dos corpos para exames médico-legais e consequente trasladação para o município do Lubango, província da Huíla.

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O ex-Presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, condenado quarta-feira a uma nova pena de 12 anos e 11 meses de prisão, é ainda réu em outras cinco acções penais na justiça brasileira.

Novamente condenado a quase 13 anos de prisão, pelos crimes de corrupção e branqueamento de capitais, no caso do imóvel de Atibaia, e já a cumprir uma pena de 12 anos e um mês pela condenação em segunda instância na acção do apartamento em Guarujá, no estado de São Paulo (SP), o ex-chefe de Estado tem pela frente uma série de acções penais distribuídas pela justiça federal do Paraná e de São Paulo e no Distrito Federal.

Entre os casos que se encontram a ser julgados em primeira instância e que podem valer a Lula novas condenações, o que se encontra mais avançado é o que investiga se o antigo dirigente do Partido dos Trabalhadores (PT) recebeu como vantagem indevida pela Odebrecht um terreno avaliado em 12 milhões de reais (cerca de três milhões de euros), onde supostamente seria instalado o Instituto Lula, uma fundação de estudos políticos, dedicada à cooperação internacional entre o Brasil, África e outros países da América Latina.

Neste processo, Lula é réu por lavagem de dinheiro e corrupção passiva, sendo também acusado de ter recebido um apartamento localizado na zona onde residia em São Bernardo do Campo (SP). O alegado esquema de corrupção envolvia contratos entre as empresas Odebrecht e a petrolífera estatal Petrobras, segundo a plataforma de notícias UOL.

A denominada “Operação Zelotes" é outro dos casos em que Lula é acusado por supostos crimes de branqueamento de capitais, organização criminosa e tráfico de influência nas negociações que levaram o Governo brasileiro a adquirir 36 aeronaves suecas por 5,4 mil milhões de reais (cerca de 1,3 mil milhões de euros).

Lula da Silva é também réu num caso em que é acusado de corrupção passiva, por favorecer empresas do sector automóvel na aprovação de uma medida provisória, em troca de subornos.

O ex-dirigente do PT é ainda acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa na “Operação Janus”, por supostamente ter favorecido a Odebrecht, através da concessão de empréstimos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social) para financiamento de obras em Angola.

Por fim, Lula é acusado de branqueamento de capitais, por supostamente ter recebido uma doação de um milhão de reais (cerca de 236 mil euros) para o Instituto Lula, em troca de interferência em negócios do grupo brasileiro ARG, na Guiné Equatorial.

Um especialista em Direito Penal consultado pela agência France-Press indicou que as duas penas já aplicadas a Lula da Silva, com 73 anos de idade, podem ser acumuladas, desde que não totalizem mais de 30 anos de reclusão, o máximo no Brasil.

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DEPOIS de na véspera terem posto, em Cartum, Sudão, um “sinal” no documento, o Governo e os grupos armados que controlam grande parte da República Centro-Africana (RCA) confirmam quarta-feira, no Palácio da Presidência, em Bangui, o seu compromisso para a paz no país. Leia mais

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A JUSTIÇA brasileira condenou quarta-feira o antigo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva a 12 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção e branqueamento de capitais, informaram fontes judiciais. Leia mais

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