Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A directora executiva da Transparência e Integridade - Associação Cívica (TIAC), Karina Carvalho, afirmou hoje que existe "uma liderança clara" por parte do Presidente de Angola, João Lourenço, contra a corrupção.

"Independentemente daquilo que cada um de nós possa pensar sobre o que são as concretizações do Presidente João Lourenço, apesar de tudo, existe uma liderança clara. É o líder da nação que está a assumir o combate à corrupção como uma das suas prioridades", disse Karina Carvalho.

A directora-executiva da TIAC integrou uma mesa-redonda denominada “Angola: A Ética e 'Compliance' na Banca e no Sistema Financeiro Internacional”, que decorreu no ISCTE- Instituto Universitáiro de Lisboa.

A responsável da TIAC - que integra a Transparency International – saudou a luta conduzida por João Lourenço e que considera fundamental para uma maior concretização ética em Angola.

"O facto de existir alguém – o líder da nação – que elenca isso como absolutamente estratégico é importante para a mudança e para a transformação rumo a uma concretização mais ética daquilo que é a (...) vida das pessoas e das empresas e organizações em Angola", disse.

Ainda assim, mostrou algumas reservas quanto à atitude: "Acho que isso não se faz sem um objectivo", declarou.

Karina Carvalho lembrou que, embora o Governo e o Estado sejam fundamentais, estes "não podem fazer tudo", o que leva a que, por vezes, as próprias instituições públicas possam fugir dos regulamentos.

"Muitas vezes há um desfasamento entre aquilo que está estruturado e pensado, que é a regulamentação, a lei, o decreto-lei, o normativo e a forma como isso é apropriado, por exemplo, pelas instituições públicas", disse a responsável da associação, acreditando que, além dos guias e regulamentos, é necessária também a liderança.

Desde que tomou posse como terceiro Presidente de Angola, em 26 de Setembro de 2017, João Lourenço exonerou mais de 230 governantes, administradores de empresas públicas e altas chefias militares angolanas.

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O Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, visita hoje a zona mais afectada pelo sismo, seguido de tsunami, que atingiu a ilha indonésia de Celebes, no final de Setembro, deixando mais de 2000 mortos.

Acompanhado pelo Vice-Presidente indonésio, Jusuf Kalla, o secretário-geral da ONU vai examinar os estragos causados pelas catástrofes na cidade de Palu, onde terminam hoje as operações de resgate dos desaparecidos.

Ontem, as autoridades indonésias prolongaram por 24 horas as operações de resgate dos desaparecidos na sequência de “pedidos dos moradores”.

Oficialmente, o número de desaparecidos ascende a 680, mas responsáveis admitem que possam ser vários milhares, dado que centenas de casas foram engolidas pela terra.

A organização Save the Children na Indonésia disse que podem estar desaparecidas até 1.500 crianças.

A presidente da organização, Selina Sumbung, referiu que o fim da missão de busca é aceite de “coração pesado”.

Nugroho disse que a avaliação do custo da reconstrução ainda está a ser feita, adiantando que o “período de reconstrução deverá ser de 2019 a 2021”.

Um sismo de magnitude 7,5 atingiu as Celebes no passado dia 28, tendo sido seguido de um tsunami.

De acordo com a ONU, cerca de 200 mil pessoas precisam de assistência humanitária urgente.

O país situa-se no chamado “anel de fogo” do Pacífico, zona de forte actividade sísmica, situada na convergência de três placas tectónicas (indo-pacífica, australiana e eurasiática).

A ilha turística no sul da Indonésia foi atingida por dois fortes terramotos, a 29 de Julho e a 05 de Agosto, seguidos por réplicas, e de um novo sismo de magnitude 6,9 a 19 de Agosto.

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A primeira-dama dos Estados Unidos da América, Melania Trump, afirmou ontem, em entrevista a uma televisão local, que não confia em certas pessoas que trabalham na Casa Branca com o seu marido, o Presidente Donald Trump.

Na entrevista à ABC, Melania Trump foi questionada se desconfia de algumas pessoas que trabalham com o Presidente, respondendo afirmativamente, salientando que já comentou esse assunto com Donald Trump.

“Algumas pessoas já não trabalham lá”, disse a primeira-dama, assegurando que não confia em algumas pessoas da actual administração.

Melania disse que “é mais difícil governar, pois é necessário guardar sempre as costas”, referindo-se a uma alegada falta de confiança no gabinete presidencial.

Em Setembro, o The New York Times publicou uma coluna anónima assinada por um "alto funcionário do governo", na qual revelou a existência de um movimento interno na Casa Branca que trabalha na sombra, tentando conter algumas das decisões de Donald Trump.

Na mesma entrevista, a primeira-dama destacou que é uma das pessoas “mais assediadas do mundo", razão pela qual começou a campanha "Seja Melhor", focada em crianças e contra o assédio na Internet.

“Poderia dizer que eu sou uma das pessoas mais assediadas no mundo. Basta ver o que as pessoas dizem sobre mim nas redes”, lamentou Melania, na entrevista que deu durante a sua deslocação à África.

A primeira-dama americana visitou recentemente o Gana, Malawi, Quénia e Egipto, na sua primeira visita sem o marido desde a chegada dos dois à Casa Branca.

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, atacou ontem novamente a China com violência na frente comercial, acusando Pequim de pensar que os norte-americanos são “burros”.

“Eles viveram demasiado bem durante demasiado tempo”, criticou Trump, numa longa entrevista ao canal televisivo Fox News.

O chefe de Estado norte-americano retomou os seus argumentos habituais, segundo os quais a China deve à sua expansão económica ao dinheiro dos Estados Unidos e ao escoamento dos seus excedentes comerciais para aquele país.

“Nós ajudámos a reconstruir a China mais que qualquer outro país, a China levava-nos 500 mil milhões de dólares por ano”, mas agora, isso acabou, insistiu Donald Trump.

“Francamente, acho que eles pensam que os americanos são burros. Os americanos não são burros”, sublinhou.

Donald Trump falou dos direitos aduaneiros adicionais que recentemente impôs a 250 mil milhões de dólares de importações chinesas.

Na sua opinião, “isso já teve um grande impacto: a economia deles abrandou acentuadamente”.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) acaba de baixar ligeiramente a sua previsão de crescimento para a China no próximo ano, de 6,4% para 6,2%, o que será o pior resultado do país asiático desde 1990.

“Posso fazer muito mais, se quiser”, ameaçou o Presidente norte-americano, deixando mais uma vez planar o espectro de novas taxas aduaneiras.

“Não quero fazê-lo, mas é necessário que eles venham sentar-se à mesa de negociações”, acrescentou.

Pequim “quer desesperadamente negociar, mas eu disse-lhes que eles ainda não estão preparados para fazer as concessões necessárias”, explicou Trump.

A guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que está a levantar cada vez mais preocupações na economia mundial, caracterizou-se nas últimas semanas pelo redobrar dos ataques frontais da Administração Trump às autoridades chinesas, acusadas de violações em massa dos direitos humanos, do roubo de tecnologia, de militarização indevida do mar do sul da China e até de ingerência nas eleições norte-americanas.

Por sua vez, o vice-presidente norte-americano, Mike Pence, aproveitou hoje uma reunião dos países da América Central em Washington para os instar a não cederem aos apelos chineses para o seu desenvolvimento económico.

“Numa altura em que estão a criar parcerias comerciais com outras nações, incluindo a China, exortamos-vos a exigir, antes de tudo, transparência e a preservar os vossos interesses de longo prazo, assim como os nossos”, disse Pence aos Presidentes das Honduras e da Guatemala, Juan Orlando Hernandez e Jimmy Morales, respetivamente, e ao vice-presidente de El Salvador, Oscar Samuel Ortiz Ascencio.

O principal assessor económico da Casa Branca, Larry Kudlow, afirmou hoje que, a longo prazo, “gostaria de ver uma paz comercial” com a China, mas defendeu que a economia norte-americana “é a melhor do mundo” e que “isso vai continuar, independentemente” de como se desenrolem as relações com o país asiático.

 

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A POLÍCIA do Zimbabwe prendeu ontem líderes sindicais e dezenas de activistas, antes de marchas convocadas, mas proibidas pelas autoridades, para protestar contra o agravamento da crise económica no país. Leia mais

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