O Exército do Sudão derrubou o presidente Omar al-Bashir, após várias semanas de protestos, informou hoje (11) o canal de televisão Al-Mayadin, (Os campos em português), um canal de televisão pan-arabista.

O Exército do Sudão decidiu afastar o Presidente al-Bashir de todos os cargos e demitir o governo, informou Al-Mayadeen, citando fontes locais.

Segundo o canal, o exército anunciará em breve a criação de um comité militar, que liderará o país durante o período de transição.

O jornal Al Hadath também disse que as suas fontes confirmaram o afastamento de Omar al-Bashir.

A agência Reuters informou, citando a televisão estatal, que o Exército do Sudão faria uma "declaração importante em breve", acrescentando, que a rádio estatal sudanesa começou a tocar música patriótica.

A televisão Al-Arabiya explica que o Aeroporto Internacional de Cartum foi fechado, e a Al -Jazeera reporta celebrações em decurso no Sudão à medida que se reforça a informação do derrube de Al-Bashir.

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MILHARES de sudaneses mantiveram ontem, pelo quinto dia consecutivo, o desafio ao poder do Presidente Omar Al-Bashir diante do quartel-general do exército, cuja posição é incerta no confronto entre o governo e os manifestantes. Leia mais

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O Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Filippo Grandi, afirmou que a “toxicidade e linguagem venenosa” presentes na política, nos media e nas redes sociais sobre refugiados, migrantes e estrangeiros “não têm precedentes”.

Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU para debater a situação dos refugiados no mundo, ontem, Filippo Grandi afirmou que em mais de três décadas, como funcionário público internacional, nunca viu “tamanha toxicidade e linguagem venenosa na política, nos media e nas redes sociais e isso deve ser motivo de preocupação para todos”.

Disse que existe uma estigmatização “sem precedentes sobre refugiados e migrantes” e as respostas, a este problema, são cada vez mais inadequadas.

Apesar disso, congratulou-se por notar “muita solidariedade, até mesmo heroísmo em algumas das respostas fornecidas no terreno”, em muitas partes do mundo, desde aldeias africanas até à fronteira entre Bangladesh e Myanmar (antiga Birmânia), mas também nas comunidades na América Latina, que estão a ajudar os venezuelanos, disse Grandi.

O responsável da ONU instou ainda os países a seguirem o exemplo da primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, relativamente à sua resposta ao massacre em Christchurch, que causou em Março 50 mortos e quase meia centena de feridos.

“A resposta do Governo do país deve ser vista como um bom exemplo de liderança eficaz e de como responder a uma realidade tóxica de forma firme e organizada”, frisou Grandi, segundo a página online das Nações Unidas.

Por fim, de acordo com a mesma fonte, o alto-comissário sublinhou que o Conselho de Segurança deve aumentar o apoio aos países em desenvolvimento, que abrigam 85% dos refugiados do mundo, de forma a evitar que os governos desses países fiquem mais frágeis e expostos. (Lusa)

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PARTIDÁRIOS do antigo Presidente da República Democrática do Congo(RDCongo), Joseph Kabila,qualificaram na segunda-feira de "ataques gratuitos" contra o seu campo as declarações feitas nos Estados Unidos pelo novo Presidente congolês, Félix Tshisekedi. Leia mais

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O presidente Donald Trump demitiu, Kirstjen Nielsen, a mulher responsável pela segurança interna dos Estados Unidos, considerada braço pesado da política migratória de Donald Trump.

Em menos de 24 horas depois da saída de Nielsen, Trump demitiu também o director do Serviço Secreto, Randolph Alles, que era subordinado a Nielsen no Departamento de Segurança Interna.

Nos 16 meses em que Nielsen esteve no cargo, militares foram enviados à fronteira com o México, e a polícia usou gás lacrimogéneo contra os imigrantes, aumentando o número de detidos, (só em Março foram 100 mil, o maior em uma década) e as crianças foram separadas dos pais ao entrarem nos Estados Unidos, mas para Trump, não foi dura o bastante.

A imprensa americana afirma que Trump queria que Nielsen impedisse os imigrantes de pedirem asilo, o que é contra a lei. E que voltasse a separar as crianças dos seus pais na fronteira, o que a secretária teria se negado a fazer.

Em 2018, quando a política foi posta em prática, imagens de crianças em gaiolas, mandadas para abrigos longe dos pais, despertaram reacções pelo mundo e o governo foi obrigado pela Justiça a voltar atrás, mas muitas famílias ainda continuam separadas.

Nielsen foi alvo de críticas, virou o símbolo da política migratória de tolerância zero e os opositores pediram a sua saída.

Trump tem feito da política migratória sua maior batalha e também uma ferramenta de propaganda. Desde a construção do muro, que era uma promessa de campanha, até mais, recentemente, a ameaçar fechar a fronteira com o México.

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