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MAIS de 8,4 milhões de eleitores do Mali foram chamados a votar no domingo na segunda volta das presidenciais, nas quais o Presidente cessante, Ibrahim Boubacar Keïta, é considerado favorito face ao líder da oposição, Soumaila Cissé. Leia mais

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Supremacistas brancos, embrulhados em bandeiras norte-americanas, realizaram ontem, em frente à Casa Branca, em Washington, uma marcha em defesa dos “direitos civis dos brancos”, rodeados por milhares de manifestantes que condenaram a ideologia xenófoba.

Para evitar confrontos entre os dois grupos, a Polícia metropolitana de Washington colocou os neonazis num pequeno perímetro próximo da Casa Branca cercado por vedações negras com um metro de altura.

Por detrás das vedações concentraram-se milhares de contra-manifestantes, que vaiaram os neonazis e gritaram “anti-fascistas”, enquanto exibiam cartazes com mensagens como “Sem ódio, sem medo”, ou “defendamo-nos da supremacia branca”.

Segundo a Lusa, a manifestação começou cerca das 16:00 horas locais (19:00 em Maputo) e terminou uma hora e meia depois, quando começou a cair chuva forte.

Os organizadores da marcha esperavam reunir 400 pessoas, como refere o pedido de autorização enviado ao município por Jason Kessler, que há um ano organizou outro protesto semelhante em Charlottesville (Virginia), em que morreu uma mulher e dois agentes policiais.

Muito longe dessas 400 pessoas, frente à Casa Branca manifestaram-se apenas perto de duas dezenas de pessoas, constatou a agência espanhola Efe, no local.

Um dos manifestantes, com o pseudónimo Karl, com 21 anos, e que não exibia nenhum símbolo nazi, disse à Efe que viajou desde Dallas (Texas) até à capital norte-americana porque queria defender os “direitos de todas as pessoas”, incluindo dos brancos que, na sua opinião, deveriam ser a maioria nos EUA.

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As partes em conflito no Reino do Lesotho reduziram significativamente as suas diferenças e trabalham para a realização de um fórum nacional dos líderes, em breve, visando o consenso.

A informação foi prestada pelo chefe da equipa de facilitadores da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para o Lesotho, Dikgang Moseneke, no final de um encontro com o primeiro-ministro deste reino, Thomas Thabane.

Segundo Dikgang Moseneke, citado pela ANGOP, o governo e a oposição, assim como os representantes da sociedade civil, igrejas e outros actores reduziram significativamente as suas diferenças e, por isso,  nas próximas duas a três semanas deve acontecer o fórum nacional dos líderes.

Este desenvolvimento abre perspectivas para o diálogo nacional inclusivo, recomendado pela SADC.

Desde quarta-feira em Maseru, para mais uma ronda de consultas com os actores do conflito, Dikgang Moseneke afirmou que existe uma energia muito boa e positiva entre as partes, manifestando-se confiante no diálogo nacional.

Dikgang Moseneke, ex-vice presidente do Tribunal Supremo da África do Sul, iniciou as suas funções no dia 27 de Julho último, nomeado no dia 15 de Junho último pelo presidente em exercício da SADC e facilitador do processo de reformas globais no Reino do Lesotho, Cyril Ramaposa, por recomendação do bloco regional.

O Reino do Lesotho vive uma prolongada crise política, caracterizada por golpes e tentativas de golpes de estado, quedas de governos e eleições antecipadas, tendo realizado três pleitos eleitorais de 2012 a 2017.

A crise agravou-se com o assassinato de dois chefes das Forças Armadas do Lesotho, em 2015 e 2017.

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Pelo menos 14 pessoas morreram hoje de paragem cardíaca, na sequência de um incêndio ocorrido num hospital de Nova Taipei, Taiwan, informou o Ministério da Saúde e Saneamento em comunicado, citado pela Lusa.

O incidente ocorreu no sétimo andar do Hospital Weifu, no distrito de Xinchuang, onde os bombeiros foram obrigados a resgatar 36 pessoas, 14 delas já sem sinais vitais, adiantou o Gabinete de Prevenção de Desastres do Ministério da Saúde e Bem-Estar.

A operação mobilizou 276 bombeiros, apoiados por 76 veículos, que conseguiram controlar o fogo em cerca de 50 minutos.

Os mortos são sete homens e sete mulheres.

A causa do incêndio é desconhecida e a Polícia de Nova Taipei iniciou uma investigação para apurar a origem do incidente.

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O Presidente da Turquia considerou ontem que a descida da lira turca (moeda nacional) resulta de "uma conspiração política" contra o país, que vai ripostar procurando "novos mercados e aliados", numa altura de crise nas relações com os Estados Unidos.

"O objectivo da operação é obter a rendição da Turquia em todos os domínios, das finanças à política. Enfrentamos de novo uma conspiração política secreta. Com a ajuda de Deus, vamos ultrapassar isto", declarou Recep Tayyip Erdogan, perante apoiantes reunidos em Trébizonde, no Mar Negro.

Se os Estados Unidos estão dispostos a sacrificar as suas relações com Ancara, a Turquia vai reagir procurando "novos mercados, novas parcerias e novos aliados", ameaçou, segundo despacho da Lusa.

"Só podemos dizer adeus a alguém que decide sacrificar a sua parceria estratégica e uma aliança de meio século com um país de 81 milhões de habitantes para salvaguardar as suas relações com grupos terroristas", insistiu.

A Turquia e os Estados Unidos são parceiros na NATO e os norte-americanos têm uma base importante em Incirlik, no sul do país, actualmente usada nas operações contra o grupo “jihadista” Estado Islâmico.

No entanto, nos últimos meses Ancara tem vindo a criticar o apoio dos Estados Unidos na Síria às Unidades de Protecção do Povo Curdo, uma milícia que a Turquia vê como uma ameaça.

Por sua vez, os Estados Unidos exigem a libertação imediata do pastor norte-americano Andrew Brunson, detido na Turquia e acusado de "terrorismo" e "espionagem".

A Turquia responde pedindo a extradição de Fethullah Gülen, um opositor turco radicado há perto de 20 anos em território norte-americano.

No meio deste diferendo, a lira turca, em dificuldades há vários meses, registou uma queda muito acentuada face ao dólar na sexta-feira, após o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter anunciado na rede social Twitter que vai duplicar as tarifas impostas às importações de aço e de alumínio provenientes da Turquia.

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