UMA ténue esperança desponta na República Centro-Africana (RCA). Após cerca de duas semanas de negociações em Cartum, o Governo de Bangui e os grupos armados que controlam grande parte do país chegaram sábado a um acordo de paz. Estava previsto que o texto fosse assinado domingo, mas a cerimónia foi adiada e deve, possivelmente, acontecer hoje. Leia mais

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A morte de um dos estudantes feridos elevou ontem para quatro o número de vítimas mortais no colapso de uma passagem aérea numa escola secundária na cidade sul-africana de Vanderbijlpark, anunciaram fontes oficiais.

"Infelizmente, o quarto estudante de Hoërskool Driehoek morreu. As nossas sentidas condolências à família, à escola e aos amigos", afirmou na rede social ‘Twitter’ o responsável pelo departamento provincial de Educação da província de Gauteng, Panyaza Lesufi.

A criança estava hospitalizada em situação crítica e o seu estado de saúde agravou-se no sábado, adianta a agência espanhola Efe.

O acidente ocorreu na sexta-feira quando uma passagem aérea que liga dois dos prédios da escola, na província de Gauteng, desabou, enquanto os alunos iam para as aulas.

Na sequência do acidente, quatro estudantes menores morreram e 15 ficaram feridos com gravidade.

As causas do colapso ainda não são conhecidas, mas as autoridades provinciais prometeram uma investigação completa sobre as instalações do centro e sobre qualquer possível violação dos regulamentos de segurança e manutenção.

 

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Oito países concentram o maior número de pessoas (56 milhões) que necessitam de alimentos, urgentemente, sendo que em cinco deles a fome crónica não pára de crescer devido aos conflitos.

No Iémen, no Sudão do Sul, no Afeganistão, na República Democrática do Congo (RDC) e na República Centro-Africana a insegurança alimentar aumentou novamente no final de 2018, sinal de que a violência e a fome são "muito persistentes", segundo organizações internacionais citadas pela agência espanhola Efe.

A informação é veiculada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e o Programa Mundial de Alimentação (PMA) no seu último relatório aos membros do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

No mapa das maiores crises humanitárias do mundo encontram-se a Somália, a Síria e a bacia do Lago Chade, especialmente no nordeste da Nigéria, embora, ultimamente, a sua situação alimentar tenha melhorado, em linha com uma maior segurança.

O especialista da FAO, Luca Russo, observa uma "mudança dramática" na República Democrática do Congo, onde a prevalência da fome disparou 11% num ano, devido à intensificação dos confrontos no Leste e à crise de pessoas deslocadas no centro do país.

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O Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rejeitou a possibilidade de abandonar o poder ou de convocar novas eleições presidenciais no país, porque não aceita “ultimatos de ninguém”, disse, em entrevista televisiva divulgada no domingo.

Falando ao canal televisivo espanhol La Sexta, Maduro sustentou que “[o Presidente dos Estados Unidos] Donald Trump impôs ao Ocidente uma política equivocada” sobre a Venezuela e declarou: “Não vamos submeter-nos”.

Inquirido pelo jornalista Jordi Évole sobre se em algum momento pensou em ir-se embora, depois de o presidente do parlamento, Juan Guaidó, se ter autoproclamado a 23 de Janeiro Presidente interino da Venezuela, Maduro respondeu que não tem razões para tal.

“Mas porquê, se o povo me elegeu por seis anos?”, declarou, acrescentando: “Creio que o que é bom para o meu país é que se respeite a Constituição. Eu sou o primeiro a fazê-lo, eu jurei respeitar e fazer respeitar a Constituição e é esse o meu dever”.

O jornalista iniciou a entrevista em exclusivo com Nicolás Maduro falando da situação que muitos jornalistas vivem actualmente na Venezuela: “Sinto-me um privilegiado, mais que companheiros que, nestes dias, foram detidos ou deportados do seu país”.

O líder chavista declarou que “na Venezuela há pleno exercício da liberdade de expressão” e negou qualquer detenção de jornalistas.

O problema, explicou, é a existência de “uma campanha” para fazer “a Venezuela parecer um monstro numa ditadura”.

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O Papa Francisco chegou ontem aos Emirados Árabes Unidos, tornando-se o primeiro líder da Igreja Católica a pisar o solo da península arábica, berço do Islão.

O avião do Papa aterrou em Abu Dhabi pouco antes das 22:00 locais.

Antes de partir para os Emirados, Francisco pressionou as partes envolvidas na guerra do Iémen “para favorecerem, de modo urgente, o respeito dos acordos” para uma trégua em Hodeida (oeste), essencial para a distribuição de ajuda internacional.

Os Emirados Árabes Unidos participam na coligação internacional liderada pela Arábia Saudita, que ajuda, militarmente, o governo iemenita na luta contra os rebeldes Huthis, apoiados pelo Irão.

“Acompanho com grande preocupação a crise humanitária no Iémen. A população está esgotada pelo longo conflito e muitas crianças passam fome. O grito destas crianças e dos seus pais eleva-se perante Deus”, disse o Papa no Vaticano.

Francisco também divulgou uma mensagem na rede social Twitter afirmando deslocar-se aos Emirados “como um irmão para escrever em conjunto uma página de diálogo e percorrer em conjunto os caminhos da paz”.

A visita deverá ser dominada pelo diálogo entre as religiões e o Papa participa hoje numa conferência sobre o diálogo inter-religioso, uma iniciativa patrocinada pelo Conselho de Anciãos Muçulmanos, com sede nos Emirados, que visa combater o fanatismo religioso e promover uma postura moderada do Islão.

Na terça-feira, Francisco celebra uma missa histórica num grande estádio de Abu Dhabi, para a qual são esperados mais de 130.000 fiéis.

Cerca de um milhão de católicos – a maioria imigrantes asiáticos – vivem nos Emirados, país cuja população é constituída por mais de 85% de expatriados, e podem praticar a sua religião em oito igrejas.

Desde o início do seu pontificado, o Papa já se deslocou a vários países, cuja população é, maioritariamente, muçulmana, como o Egipto, o Azerbaijão, o Bangladesh e a Turquia. Em Março é esperado em Marrocos.

 

 

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