Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A universidade egípcia de Al Azhar expulsou uma aluna por abraçar o seu noivo fora do campus universitário, depois de a demonstração de afecto, quando o rapaz a pedia em casamento, ter sido difundida nas redes sociais.

O comité de disciplina da universidade investigou o sucedido e tomou a decisão de expulsar a aluna, apesar de o abraço não ter ocorrido no recinto daquele importante centro académico do Islão sunita, disse à agência de notícias espanhola EFE o porta-voz, Ahmed Zaree.

A decisão não é definitiva, podendo a aluna ainda recorrer perante o Comité de Disciplina Supremo, que decidirá se “confirma, reduz ou anula o castigo”, acrescentou.

O porta-voz argumentou que a Universidade de Al Azhar “tem um caráter especial” por ser um centro religioso e as suas decisões coerentes com “os valores da sociedade” egípcia, na qual a maior parte dos cidadãos praticam o islamismo sunita e seguem tradições conservadoras, sobretudo aquelas que dizem respeito às relações entre homens e mulheres.

Ahmed Zaree sublinhou a importância de impor “um castigo forte, que seja coerente com os valores da Universidade”.

A aluna, que não foi identificada com nome próprio ou apelido, tem sido chamada pelos meios de comunicação social locais de “a rapariga do abraço”.

A rapariga foi filmada depois de um rapaz se ter ajoelhado à sua frente com um ramo de flores, pedindo-a em casamento, abraçando-a de seguida e pegando-lhe ao colo, e rodopiando abraçados.

O episódio decorreu no campus de uma outra universidade do Cairo, a Universidade de Mansura.

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OS zimbabweanos saíram ontem à rua em protesto contra um pesado aumento dos preços dos combustíveis anunciado no sábado, que também fez deflagrar uma greve nacional convocada pela principal confederação sindical do país. Leia mais

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CaboVerde celebra hoje, o Dia da Liberdade e Democracia, com uma sessão solene especial no parlamento e com outras actividades um pouco por todo o país.

O 13 de Janeiro é a data em que, pela primeira vez, em 1991, os cabo-verdianos exerceram o seu direito de voto em eleições multipartidárias, após 16 anos de regime de partido único.

As primeiras eleições multipartidárias no arquipélago foram ganhas pelo Movimento para a Democracia (MpD), partido que regressou ao poder  em 2016 após  ter ficado quinze anos na oposição.

O dia 13 de Janeiro já era feriado nacional, mas desde 2017 que o parlamento cabo-verdiano celebra a data com uma sessão solene especial com o objectivo de reconhecer e dignificar uma das datas mais significativas para o país, a par do Dia da Independência, celebrado a 05 de Julho.

A sessão, que é aberta ao público e que contará com a presença das mais altas entidades do Estado,  deverá ser dirigida  pelo Presidente da República, Jorge Carlos Fonseca.

Vão ainda usar da palavra o presidente da Assembleia Nacional, Jorge Santos e os representantes dos partidos com assento parlamentar.

O dia é assinalado um pouco por todo o país com várias actividades políticas, culturais e desportivas, com destaque para a Corrida de Liberdade, organizada pela Câmara Municipal da Praia e que, este ano, tem como padrinho Neno, antigo futebolista português de origem cabo-verdiana. (LUSA)

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O opositor Félix Tshisekedi venceu, com mais de 38% dos votos, as eleições presidenciais realizadas no dia 30 de Dezembro, na República Democrática do Congo (RDC), de acordo com os resultados provisórios anunciados nesta quinta-feira pela Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI).

O também opositor Martin Fayulu ficou na segunda colocação, com quase 35%, seguido pelos candidatos, Joseph Kabila e Emmanuel Ramazani Shadary, ambos com 24%.

A taxa de participação ficou em 47,56%, num pleito onde foram às urnas mais de 18 milhões de congoleses.

Tshisekedi, líder da histórica União pelo Progresso e Desenvolvimento Social (UPDS), recebeu a notícia da sua vitória no reduto da oposição em Limete, um bairro de Kinshasa, onde milhares de seus seguidores não puderam votar até duas horas antes do fechamento das urnas por conta da falta de listas eleitorais.

Filho do emblemático líder da oposição Étienne Tshisekedi, o novo presidente, de 55 anos, se separou em meados de Novembro do bloco de oposição comum Lamuka - liderado por Fayulu - para liderar sua própria coligação.

Os resultados provisórios - abertos a recursos - deveriam ter sido publicados no último dia 6, segundo o calendário eleitoral, mas a sua divulgação foi adiada sem data prevista, quando a CENI confirmou que não tinha completado o apuramento.

A vitória de Tshisekedi encerra dois anos de atrasos e incertezas, desde que o presidente Joseph Kabila - no poder há quase 18 anos - concluí por lei o seu segundo e último mandato eleitoral.

A partir de hoje, os candidatos e partidos terão três dias para recorrer dos resultados perante o Tribunal Constitucional, que por sua vez terá mais uma semana para proclamar os resultados oficiais.

EFE

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O ANC gastou a parte melhor das celebrações do seu 107º aniversário, esta terça-feira, mostrando que é um partido unido e que não havia nenhuma tensão entre o seu actual presidente e Chefe do Estado sul-africano, Cyril Ramaphosa, e o seu predecessor, Jacob Zuma.

Zuma, também ex-presidente da África do Sul, participou de uma série de eventos ao lado de Ramaphosa para marcar o aniversário do mais antigo movimento de libertação de África.

Isso incluiu assistir a um serviço religioso, visita do túmulo do presidente fundador do ANC, John Langalibalele Dube, e um comício em Ohlange, Inanda, na província do KwaZulu-Natal

O ex-chefe do Estado sul-africano também recebeu aplausos arrebatadores quando entrou na tenda onde o encontro teve lugar e cada vez que o seu nome foi mencionado por oradores no pódio.

Ramaphosa defendeu o bom relacionamento com o seu antecessor e negou relatos de supostos conflitos entre os dois.

“Nós trabalhamos juntos por muito tempo. Em 1991 fui eleito secretário-geral. O camarada Zuma era meu ajudante, trabalhávamos bem juntos (...). Depois disso, Zuma foi eleito vice-presidente, depois presidente, ele serviu por cinco anos, depois disso, ele disse 'venha trabalhar comigo', então me tornei no seu vice. Fui eleito presidente. Ele está aqui agora, ele é o ex-presidente”, disse Ramaphosa.

“Damo-nos muito bem”, acrescentou o líder do ANC.

O também presidente sul-africano disse à multidão que ele se considerava "sortudo" por poder ter ex-presidentes ainda vivos que o podem assistir, referindo, além de Jacob Zuma, a Thabo Mbeki e Kgalema Motlanthe.

“Eles têm experiência e conhecimento (...). Então digo-vos a verdade, sou um dos presidentes mais sortudos nos últimos anos do ANC”, afirmou.

Noutra manifestação de unidade do partido, o líder do ANC no KwaZulu-Natal, Sihle Zikalala, atacou alegações de que a maior província do ANC era uma área ‘proibida’ para Ramaphosa.

“É o que nos chamam, mas é um boato. Venha estar connosco durante a campanha (para as eleições gerais de Maio)”, disse Zikalala, lembrando que durante todo o ano passado Ramaphosa “estava aqui trabalhando connosco".

O Presidente Ramaphosa elogiou os líderes do partido em KwaZulu-Natal, afirmando que a província é a mais unida que o ANC tem no país.

(NEWS24)

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