Uma funcionária pública nigeriana, que tinha garantido que uma serpente tinha engolido 35 milhões de nairas de dinheiros públicos, foi sexta-feiraacusada de desvio de fundos, depois de uma queixa da agência nacional anticorrupção.

Philomina Chieshe, contabilista no Ministério da Educação do Estado de Benue, no centro da Nigéria, compareceu juntamente com cinco co-acusados perante o Alto Tribunal de Abuja, declarou a Comissão dos Crimes Económicos e Financeiros (EFCC, na sigla em Inglês).

Os empregados do Estado de Benue foram detidos em 2018, depois se concluir a acusação pelodesvio de 35 milhões de nairas destinados às universidades.

“O caso Chieshe começou a dar que falar quando a acusada fez a afirmação estranha de que uma serpente tinha engolido cerca de 35 milhões de nairas”,para explicar o seu desaparecimento dos cofres públicos, declarou a EFCC, em comunicado.

O juiz do Alto Tribunal de Abuja ordenou a manutenção em detenção dos acusados, enquanto se aguarda uma futura audiência sobre a sua possível libertação sob caução.

Este processo acontece alguns dias depois da cerimónia de investidura do presidente Muhammadu Buhari, reeleito para um segundo mandato,com a promessa de erradicar a corrupção.

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Taiwan acusa Beijing de criar tensão na região e de tentar "expandir a sua hegemonia", após uma nova ameaça do ministro da Defesa chinês de usar a força para afirmar a reivindicação da China sobre a Ilha Formosa.

Um comunicado do Conselho para os Assuntos da China Continental reagiu a comentários de Wei Fenghe feitos no domingo, em que afirmou que Beijing "tomaria medidas com determinação" para defender a sua reivindicação sobre Taiwan e o Mar do Sul da China.

O conselho assinalou que Taiwan nunca fez parte da República Popular da China e nunca aceitaria as ameaças de Beijing.

Por outro lado, acusou a China de "desafiar as normas e a ordem internacional".

A 01 de Outubro de 1949, Mao Tsé Tung proclamou a fundação da República Popular da China, em Beijing. O antigo governo nacionalista (Kuomintang), liderado por Chiang Kai-shek (1887-1975), refugiou-se na ilha de Taiwan, que a China reclama como sua.

 

 

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O ANTIGO Presidente do Botswanaacusa o seu sucessor de se tornar um "autocrata" e ameaçar a reputação de estabilidade democrática do país. O conflito teve início quando Mokgweetsi Masisi iniciou mudanças nas políticas implementadas por Khama. Leia mais

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PETER Mutharika, reeleito Presidente do Malawi, afirmou ontem estar confiante na existência de um espaço democrático e aberto para todos os malawianos e prometeu ser um líder inclusivo numa nação dividida por linhas políticas e étnicas. Leia mais

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O Presidente angolano, João Lourenço, garantiu ontem ao líder da UNITA que os restos mortais do fundador do maior partido da oposição angolana, Jonas Savimbi, serão entregues hoje, na vila do Andulo, província do Bié.

Uma nota de imprensa da Casa Civil do Presidente da República refere que o chefe de Estado angolano recebeu ontem à tarde uma comitiva da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), encabeçada pelo seu presidente, Isaías Samakuva, e da família de Jonas Savimbi.

Segundo a mesma nota, a audiência - como também confirmou, entretanto, Isaías Samakuva - teve como propósito a procura de "uma saída airosa para o impasse surgido nas últimas quarenta e oito horas, relativamente à entrega dos restos mortais do Doutor Jonas Savimbi e o subsequente processo de inumação".

De acordo com o documento, o funeral será realizado no sábado, como previsto, na localidade de Lopitanga, onde o executivo "criou todas as condições de natureza logística para que se façam presentes nos actos previstos para o Andulo e Lopitanga os membros da família de Jonas Savimbi e da direcção da UNITA.

O impasse começou na terça-feira com o processo de entrega dos restos mortais de Jonas Savimbi, morto em combate em 22 de Fevereiro de 2002, na província do Moxico e onde foi igualmente sepultado.

De acordo com a UNITA, os restos mortais deveriam ter sido entregues no Cuito, província do Bié, onde foi concentrada toda a delegação e participantes no acto, enquanto o Governo anunciou que foram deixados no município do Andulo, também no Bié, mas no norte, numa unidade militar local.

Na ocasião, Samakuva considerou que a troca do local de entrega do corpo de Savimbi constituía "uma humilhação" para a família e para a UNITA, enquanto Pedro Sebastião, ministro de Estado e da Casa de Segurança do Presidente da República e coordenador da comissão responsável por este processo, acusou o partido de estar a querer tirar "dividendos políticos" da situação, garantindo que todos sabiam onde o Governo iria entregar os restos mortais.

 

 

 

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