Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

PELO menos 50 pessoas morreram sábado e uma centena sofreu queimaduras após a colisão de um camião-cisterna e um outro veículo numa estrada nacional no oeste da República Democrática do Congo (RDCongo), indicou um responsável local. Leia mais

Comments

Confrontos no início da semana entre agricultores e pastores nómadas, numa região no centro da Nigéria, provocaram pelo menos 13 mortos, disse ontem, fonte do Exército nigeriano à France-Press.

Estes confrontos entre os Berom, agricultores locais, e os Fulani, pastores nómadas, ocorreram em Jol, que depende das autoridades de Riyom, no estado do Plateau, detalhou o major Adam Umar.

“Na terça-feira, homens armados atacaram uma comunidade dos Berom, provocando 13 mortos e destruindo várias habitações”, especificou.

“Este ataque inscreve-se no quadro de operações de represálias mútuas entre os Fulani e os Berom”, acrescentou Adam Umar.

As autoridades tinham conseguido fazer uma reunião de pacificação entre os protagonistas, mas tal não impediu que a violência prosseguisse.

Apesar desta reunião, em 29 de Setembro, “um pastor e cinco vacas caíram numa emboscada neste sector, e foram mortos, com outras quatro vacas a ficarem feridas”, continuou o oficial militar.

Segundo o presidente das autoridades de Riyom, Emmanuel Danboyi Jugul, 14 pessoas morreram durante os confrontos de terça-feira.

Segundo este dirigente, a aproximação das eleições gerais pode explicar este aumento de violência.

O estado do Plateau “estava calmo desde há três anos e, de repente, estamos confrontados com uma nova vaga de assassínios, agora que as eleições se aproximam”, lamentou.

Este estado situa-se na “cintura do meio” que separa a Nigéria do norte, de maioria muçulmana, do sul, maioritariamente cristão.

O estado tem sido palco de confrontos, de raiz étnica ou religiosa, que irrompem durante os períodos eleitorais.

As eleições presidenciais na Nigéria estão previstas para Fevereiro de 2019.

Comments

O Presidente sul-africano disse ontem que o Governo pretende aumentar o comércio hortícola para 90 mil milhões de rands em 2030 através da reforma agrária acelerada.

A medida integra um conjunto de “intervenções estratégicas” em sectores da economia com grande potencial de crescimento e criação de emprego, anunciadas ontem por Cyril Ramaphosa, na ‘Cimeira de Emprego’, a decorrer até sábado em Joanesburgo.

“Através do nosso plano de reforma agrária acelerada iremos expandir a área de terra para cultivo, aumentar substancialmente o número de pessoas para trabalhar produtivamente a terra e conceder à população rural [na sua maioria residentes em terras sob gestão de líderes tradicionais] títulos de propriedade que são necessários para desbloquear o potencial económico das suas terras”, declarou.

O Presidente da República afirmou depois que as "intervenções específicas" do Governo sul-africano incluem “o aprovisionamento público de novos hectares de terra sob domínio de proprietários negros e o reencaminhamento da despesa [pública] para agricultores e agricultoras negros, produtores e processadores”.

Ramaphosa, que após a sua nomeação para o cargo de chefe de Estado em Fevereiro anunciou um novo plano de reforma agrária através da expropriação sem compensação financeira de propriedades privadas, nomeadamente, de agricultores brancos, para corrigir "injustiças do passado", acrescentou que "o Governo está a concluir modelos de financiamento miscigenado para apoio agrícola eficiente".

O líder sul-africano adiantou que, além das iniciativas do Governo, que ascendem a 600 milhões de rands (35,9 milhões de euros), a Agbiz (fundo privado da organização comercial agrícola) e a Associação Bancária da África do Sul desenvolveram um modelo de financiamento, criado, especificamente ,para disponibilizar fundos adicionais para ajudar potenciais beneficiários da redistribuição de terras a acederem a capital financeiro.

Comments

O vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia alertou os Estados Unidos que devido às acusações a Moscovo sobre crimes cibernéticos podem estar a criar tensão entre as duas superpotências nucleares.

Sergei Ryabkov afirmou, ontem, que os norte-americanos estão a tomar um “caminho perigoso ao incitarem deliberadamente as tensões nas relações” entre a Rússia e os EUA, acrescentando ainda que os países europeus, aliados dos EUA, também deveriam repensar sobre as falsas alegações.

Ryabkov considerou insustentáveis as acusações dos governos do Reino Unido e da Holanda, afirmando que estes países apenas pretendem apoiar as alegações de Washington sobre a intromissão russa nas eleições de 2016 para criar um pretexto para novas sanções contra a Rússia.

“Trata-se de um acto de propaganda dirigido contra o nosso país”, assegurou em comunicado o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, para acrescentar que “esta campanha anti-Rússia (…) compromete as relações bilaterais”.

O ministro dos Negócios Estrangeiros britânico acusou a inteligência militar russa de fazer ciberataques contra instituições políticas, desportivas, empresa e meios de comunicação de todo o mundo. “Este tipo de comportamento demonstra o desejo [russo] de operar sem levar em conta o direito internacional ou as normas estabelecidas”, apontou Jeremy Hunt, em comunicado.

Na quinta-feira, sete oficiais dos serviços secretos militares russos (GRU) foram acusados pelos norte-americanos de ataques informáticos a agências e outras organizações internacionais.

O Governo canadiano denunciou ataques russos à Agência Mundial Antidopagem e ao Centro Canadiano para a ética do Desporto, em 2016, apontando o GRU como “o mais que provável responsável”.

“O Canadá junta a sua voz à dos seus aliados para denunciar uma série de ciberoperações maliciosas realizadas pelas forças militares russas”, disse o ministério canadiano dos Negócios Estrangeiros.

Também a Austrália e a Nova Zelândia condenaram a Rússia pelo “padrão de actividade cibernética maliciosa” contra instituições políticas, comerciais, mediáticas e desportivas em todo o mundo, e querem ver os responsáveis punidos pelas violações das normas e leis.

“Isto é inaceitável e o governo australiano pede a todos os países, incluindo à Rússia, que parem com este tipo de actividades maliciosas”, declarou, o primeiro-ministro australiano, Scott Morrison, em comunicado.

A União Europeia manifestou-se “seriamente preocupada” com os ataques e a NATO exigiu à Rússia que “ponha termo ao seu padrão de comportamento irresponsável, incluindo o uso da força contra vizinhos, tentativas de interferência em processos eleitorais e campanhas de desinformação generalizadas”.

Comments

Pelo menos 320 pessoas ficaram feridas, cerca de três dezenas com gravidade, em resultado de uma colisão de dois comboios ocorrida ontem numa estação no nordeste de Joanesburgo, na África do Sul.

Segundo fontes da empresa ferroviária Metrorail, não se espera que o acidente tenha provocado vítimas mortais entre os passageiros das duas composições.

A porta-voz da Metrorail na província de Gauteng, Lilian Mofokeng, referiu que “32 dos 320 passageiros feridos sofreram ferimentos graves, mas não estão em estado crítico”.

O acidente ocorreu cerca das 18:00 horas locais na estação Van Riebeeck Park, situada no distrito de Kempton Park.

Um comboio que realizava o trajeto entre Joanesburgo e Pretória, capital da África do Sul, colidiu com outro que estava parado.

Ainda não foi tornada pública a causa do acidente e a empresa ferroviária anunciou a abertura de uma investigação.

Comments
Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction