Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

AOS trancos, lá aconteceu a cimeira Kim-Trump, mas tudo fica por resolver após a assinatura do comunicado conjunto. Nada surpreendente. As cimeiras entre chefes de Estado são sempre uma combinação de simbolismo e substância.

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AS próximas eleições gerais no Zimbabwe tinham já um marco, de serem as primeiras desde a independência do país, em 1980, sem Robert Mugabe. Agora ficam também notáveis pelo número recorde de candidatos à chefia do Estado: 23 são as opções que os eleitores zimbabweanos terão quando em 30 de Julho forem às urnas.

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MILHARES de pessoas manifestaram-se em oitenta cidades dos Estados Unidos, ontem, contra a decisão do governo de separar famílias de imigrantes na fronteira com o México, algo que classificam de desumano e imoral.

“Esta chamada de atenção não é feita apenas à administração de Donald Trump, mas a toda a sociedade norte-americana, para que se entenda que é desumano o que estamos a fazer a estas crianças e a estas mães”, disse à agência EFE a fundadora do grupo UndocuTravelers, Karla Estrada.

No mês passado, o procurador-geral norte-americano anunciou um plano de “tolerância zero” para os imigrantes que atravessam a fronteira do México sem documentação.

Desde então, 650 crianças foram separadas dos pais na fronteira, indicaram os Serviços de Alfândega e Protecção de Fronteiras dos EUA.

Califórnia foi um dos estados norte-americanos onde ocorreram mais manifestações, com marchas em mais de 18 cidades. Defensores dos imigrantes, grupos religiosos, sindicatos, parlamentares democratas e estudantes exigiram a libertação de todos os menores.

Na semana passada, a Amnistia Internacional classificou a separação de crianças das respectivas famílias como uma “política monstruosa que atenta contra os direitos humanos”.

Em comunicado, a directora executiva da organização nos Estados Unidos, Margaret Huang, declarou que “a ideia de que as crianças podem ser protegidas, separando-as das suas famílias, desafia a lógica e a humanidade”.

Essas crianças já sofreram o trauma da violência e da perseguição nos seus países de origem, além de uma jornada árdua em busca de um lugar seguro, argumentou.

O número de imigrantes detidos na fronteira EUA-México subiu 223% em Abril passado, em comparação com o mesmo mês de 2017.

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A ORGANIZAÇÃO dos Estados Americanos (OEA) acusou ontem o governo do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de intimidar a líder da oposição, Maria Corina Machado, relacionando-a com um grupo de militares detidos por alegada conspiração contra o regime.

"A Secretária-geral da OEA (que congrega 35 Estados independentes americanos) manifesta a sua profunda preocupação pelas recentes ameaças contra a líder do partido 'Sou Venezuela'. (...) Com efeito, o regime quis vinculá-la a uma suposta acção de uma vintena de militares contra figuras do regime", explica o secretário-geral daquele organismo, num comunicado, a que a Lusa teve acesso.

Segundo Luís Almagro, "essas acções de intimidação contra Maria Corina Machado baseiam-se justamente em depoimentos arrancados através de torturas a esses militares".

"Trata-se de uma amostra adicional da estratégia sistemática e generalizada que a ditadura usa para perseguir, intimidar e deter arbitrariamente pessoas que se expressam contra o regime", explica.

O comunicado sublinha que estes novos actos contra uma figura opositora reforçam a conclusão de perseguição política no país e que a OEA exige garantias de liberdade e segurança para Maria Corina Machado, recordando que tais acções são inaceitáveis pela comunidade internacional.

Pouco antes das eleições presidenciais antecipadas de 20 de Maio último, 23 militares foram detidos pelas autoridades venezuelanas e acusados de estarem a preparar um "magnicídio" (assassinato de político ou pessoa importante em funções) do Presidente Nicolás Maduro e do comandante Remígio Ceballos Ichaso.

Segundo a imprensa venezuelana, os detidos teriam tido reuniões com políticos opositores, entre eles Maria Corina Machado, desconhecendo-se, no entanto, em que data ocorreram e quem participou nas mesmas.

As tensões nos quartéis venezuelanos surgiram, alegadamente, na sequência das eleições de 30 de Julho, para a Assembleia Constituinte, altura em que alguns militares terão manifestado que a convocatória não estava ajustada à Constituição da Venezuela.

Um relatório da Direcção de Contra-Inteligência Militar (DCIM, serviços secretos militares) refere a recolha de dados sobre uma operação em que os militares suspeitos pretenderiam executar um magnicídio e depois "fugir [do país] num avião Sukhoi".

A imprensa venezuelana dá conta ainda de que alguns dos oficiais detidos denunciaram em tribunal terem sido torturados, golpeados em partes sensíveis do corpo e submetidos a processos de asfixia com bolsas e com água.

Os familiares e advogados defensores privados têm denunciado que foram violados os direitos humanos dos detidos, que estão incomunicáveis e  que lhes foram impostos advogados oficiosos.

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AS principais manobras militares entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul, que se realizam regularmente, foram “suspensas indefinidamente”, disse um responsável da administração norte-americana, citado pela agência France Press, sob condição de anonimato.

“As principais manobras estão suspensas indefinidamente na península coreana”, disse o referido responsável, dois dias depois do anúncio pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, do fim dos exercícios militares.“Vamos parar com as manobras militares, o que nos poupará muito dinheiro, a menos que vejamos que as negociações futuras não estão a correr como deviam”, disse Trump, que considerou as manobras de “muito provocadoras”.

O próximo exercício previsto, com o nome  de “Ulchi Freedom Guardian”, devia efectivar-se nos finais de Agosto ou princípios de Setembro.

A Coreia do Norte exigia há muito tempo a suspensão dos exercícios militares conjuntos que considera serem um ensaio de uma invasão do seu território.

A decisão de Trump, anunciada no final da cimeira de terça-feira em Singapura, com o líder norte-coreano, Kim Jong-un, foi criticada, nomeadamente, pela Coreia do Sul e pelo Japão, que consideram que as manobras “desempenham um papel vital” para a segurança do leste da Ásia.

 

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