Categoria: Capital
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O MUNICÍPIO da Matola pretende intensificar as campanhas de sensibilização com vista a prevenir e reduzir a ocorrência de acidentes de viação que continuam a ceifar vidas nas estradas do país e naquele município, em particular.

Para tal, o município assinou há dias um memorando de entendimento com a Associação Moçambicana para as Vítimas de Insegurança Rodoviária (AMVIRO), uma organização que trabalha em prol da segurança rodoviária.

Entre outras acções, o acordo vai permitir a disponibilização de apoios financeiros, material e estratégico com vista à implementação das iniciativas de sensibilização e prevenção de acidentes de viação.

O memorando visa igualmente facilitar a articulação interinstitucional para a dinamização das acções locais, nacionais e internacionais viradas para a promoção da segurança rodoviária.

Falando depois da assinatura do acordo, o Presidente do Município da Matola, Arão Nhancale, destacou a importância desta iniciativa na sensibilização dos munícipes e dos cidadãos em geral para se precaverem dos desastres nas estradas.

Nhancale esclareceu que não se trata de uma nova parceria, mas a continuação de acções iniciadas há pouco mais de três anos com o objectivo de reduzir o número de vítimas da insegurança rodoviária.

Por sua vez, Alexandre Nhampossa, presidente do Conselho de Direcção da AMVIRO, apelou para a necessidade de se trabalhar ainda mais para se alcançar os objectivos pretendidos. “Queremos alcançar melhores resultados nos esforços tendentes a garantir a segurança rodoviária aos nossos cidadãos pelo que vamos continuar a fazer todas as parcerias necessárias”, disse Nhampossa.

Mesmo sem apresentar números, os dois interlocutores referiram que a implementação do plano naquela autarquia visava contribuir para a redução de sinistros rodoviários, cujos índices têm aumentado na Matola.

Grande parte destes acidentes ocorre na Estrada Nacional Número 4 (EN4), principalmente nas zonas onde não foram projectadas pontes para a travessia de peões, por um lado e, por outro, porque alguns munícipes não usam aquelas infra-estruturas para atravessar de uma margem da estrada para a outra.