Categoria: Primeiro Plano
Visualizações: 956

PARA Celestino Vaz, a elevada taxa de participação dos cidadãos moçambicanos nas redes sociais também aumentou de forma exponencial  na formação de opinião e no controlo de  sistemas de governação. Por um lado, os telemóveis criam redes sociais de comunicação de partilha de informação, facto que vai resultar no cidadão reforçado pelas novas tecnologias 

de comunicação e por outro, em consequência do primeiro impacto, obrigam a reavaliação das estruturas de governação.

 Sobre a presença dos moçambicanos nas redes sociais, Celestino Vaz considerou esta como uma matéria que escapa a regulação, pois faz parte da liberdade de expressão.  Nas redes sociais existe auto-regulação feita pelos próprios usuários, como denunciar, banir como amigo, esconder a publicação.

Na matéria de  legislação sobre  o comércio electrónico e de conflitos de interesse que possam existir, Vaz considerou urgente a necessidade do Governo incluir na nova Constituição da República essa matéria, pois a forma de transacção comercial clássica está sendo substituída pela forma electrónica.  Por exemplo, quem poderá dirimir ou em que poderá resolver o conflito de uma transacção feita electronicamente com um vendedor de automóvel do Japão.

Contudo, comparativamente aos outros países do mundo e da África o número de usuários em Moçambique é, segundo Vaz, muito insignificante.