Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

O TERMINAL de transportes do Zimpeto parece ter se transformado num palco preferencial para que aconteça um pouco de tudo, senão mesmo um dos lugares mais inseguros existentes na nossa cidade.

No meio da semana, o movimento tem sido marcado pela procura desenfreada do transporte para vários destinos, incluindo para postos de trabalho, estabelecimentos de ensino, para além, obviamente, de outras movimentações que a vida normal obriga.

Em relação à prestação dos autocarros colocados a disposição das cooperativas que tem como ponto de partida aquele terminal, a par do “xikhelene”, se transformou num dos mais movimentados da cidade. Fizemos questão de em outras ocasiões deixar ficar o nosso ponto de vista no sentido de procurarem melhorar cada vez mais este espaço a bem de todos os utentes. Não vamos aqui rebater porque, mesmo pelo que já dissemos, chegamos à conclusão de que estaremos a “chover no molhado”.

O que queremos realçar aqui e agora tem a ver com o facto de, aos sábados, sobretudo, algo de estranho acontecer neste terminal, que ainda que em uma hora se tente perceber determinadas coisas, a pessoa acaba ficando com a cabeça cheia e a tendência mesmo é de fugir do local.

Semeiam-se “ventos e tempestades” só mesmo para atrapalhar o curso normal das coisas, ficando-se com a sensação de que Deus que reina ali é o reitor da indisciplina, instala-se uma confusão que mais parece organizada do que outra coisa diferente, onde nem se chega a notar a presença da Policia Municipal ou qualquer outra força reguladora da ordem.

Tudo começa no acesso e na saída do parque, onde se regista um congestionamento de arrepiar o cabelo, por força do qual os autocarros chegam a levar mais de trinta minutos do que o previsto, factor que retarda a entrada e saída dos carros de passageiros. O terminal parece que se transforma na tão nobre Roma, onde todos os caminhos vão lá dar, entre carrinhas de caixa aberta, vulgo “my love”, “mini-buses”, entre outros veículos que, de forma desordenada, ditam as leis do uso de um parque público. 

Nos espaços adjacentes, são os vendedores de roupa usada que ocupam as bermas das vias, agravando a questão da movimentação dos transportes, outros que posicionam de qualquer maneira os vulgo “tchovas”, sendo ainda de notar que um grupo não muito pequeno de vendedeiras aos quais quase os transportadores têm que pedir favor para entrar no recinto, visto que se posicionam onde os carros têm que manobrar.

Neste emaranhado de movimentações, não se deve excluir compatriotas que têm o descaramento de se fazer ao local para obstruir pura e simplesmente os autocarros, com claro objectivo de retirar vantagem para os “chapeiros”.

Por falar em transportadores semi-colectivos, tudo conjuga para o facto de estarem a fazer uma espécie de barreira para que os autocarros não andem, acabando por se transformar numa guerra sem tréguas.

Pensamos que está na hora de se olhar seriamente para o que se passa no terminal do bairro do Zimpeto, sob pena de muitas coisas más um dia virem a suceder e ninguém ter o controlo sobre elas.

À Policia Municipal exige-se que seja mais actuante naquele parque, sobretudo no sentido de assegurar que haja mais e maior tranquilidade para as pessoas que para ali se deslocam à procura de transporte.

Mubedjo Wilson

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