Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

NÃO fosse porque retrata factos reais, verídicos e tristes que se passam na nossa bela cidade capital, o título em epígrafe daria para um filme de ficção, de acção, com bandidos, ladrões e gente encapuçada, dum lado, e doutro, estariam aqueles que representariam os bons, numa luta titânica entre o bem e o mal.

Porém, nada disto pode ser um bom argumento para um cenário de cinema. Nada disto há de ser falado aqui. Esse regresso dos vândalos refere-se à situação que já referimos, há semanas, neste espaço, falando da Avenida de Angola. Precisamente no entroncamento entre esta avenida e a Joaquim Chissano. Ali onde há uma valeta que escoa água para a vala principal para 2M.

É que um dos protectores da valeta, de por aí um metro e tal, mandado montar por gente de bem, para beneficiar um sem número de automobilistas, que passa por aquela estrada, foi, mais uma vez, roubado, esta semana, por gente que, na falta de outro nome mais adequado para a sua acção, apelidamos aqui de “vândalos”.

Estes indivíduos destruíram de facto aquilo que para os outros é valioso. Passava-se por ali sem problemas de espécie alguma, de ter que olhar para onde se pisa, pois os que gostam de normalidade tinham empenhado ali o seu esforço para que outros circulassem numa via melhor.

Agora que começou esta destruição de levar pouco a pouco estas tabuletas metálicas de protecção, significa que eles vão voltar ao sítio do crime (o ladrão sempre volta, não é!) para fazer mais estragos e colocar o sítio de novo esburacado como estava, o que provocava engarrafamentos sem nome, de que agora as pessoas se tinham esquecido.

O que querem esses indivíduos que à calada da noite vão destruir aquele bem público, que até o próprio município já tinha deixado de velar, porque farto de destruições constantes e repetidas no mesmo local? Quem será que faz estas coisas?

Será que “varrem” estas tabuletas metálicas só para fazerem algumas quinhentas na sucata à custa do sofrimento de outros, tanto empresários que repararam a via, como automobilistas que partem a suspensão dos carros, quando a estrada é destruída? Como parar de uma vez por todas com a acção destas pessoas inimigas do bem?

Alguns transeuntes sugerem como solução a substituição das tabuletas metálicas por estruturas de cimento, tipo barras de betão, que poderão ser colocadas de forma a atravessar a valeta e tapá-la, para se circular normalmente na estrada, mas sem se provocar o apetite destes vândalos, que destroem a estrada por tuta e meia.

Aí fica uma sugestão para os serviços de Infra-estruturas do Conselho Municipal.

Alfredo Dacala-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction