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CELEBRAMOS a 14 de Fevereiro, o Dia de S. Valentim. A rapaziada potencia mais o Dia dos Namorados. Bom, seja lá o que for.

A verdade é que muitos jovens celebram a data trocando flores, sem no entanto, conhecerem o real significado da efeméride.

Gostaria pois, de ajudar os jovens a entenderem o valor do namoro, contribuindo assim, para amenizar os crimes hediondos que se registam nesta camada etária e não só, antes e até depois do casamento. Uns catanam-se, outros envenenam-se, outros queimam-se e muitos outros ainda, brigam, em cenários que terminam, regra comum, em mortes, ferimentos, desestruturação de famílias e destruição bens.

Instruíram-me, na mocidade, que enquanto se namora é preciso abrir bem a vista para saber fechá-la, uma vez casado. Abrir a vista pressupõe um estudo mútuo, profundo, para descobrir as virtudes e os defeitos de um e do outro, para saber lidar com eles ao longo da vida conjugal. Fechar a vista pressupõe privilegiar o diálogo franco e aberto para superar as diferenças, sobretudo ligadas aos usos e costumes, as tradições, a cultura e até a religião.

Os jovens devem privilegiar o debate de ideias, alicerçado na discussão de projectos da vida em comum. E na diferença de ideias e de visões devem ser tolerantes um para com o outro e, acima de tudo, razoáveis. A violência, quer seja verbal quer armada, (facas, catanas, alicates, martelos, ou outros instrumentos), não deve ser, em nenhum momento, recurso para fazer valer ideias. O verdadeiro recurso deve ser, isso sim, o diálogo, a tolerância e a razoabilidade, factores que contribuem para o fortalecimento e consolidação da vida matrimonial.

Malaika, uma jovem de tenra idade, perdeu a vida esta semana, na sequência de uma briga com o parceiro. Este, incapaz de sustentar um debate com a companheira, recorreu à gasolina para regar a casa e logo a seguir incendiá-la. Ambos foram atingidos pelas chamas. O moço morreu instantes depois e a moça alguns dias após a ocorrência. Ela não foi muito da minha convivência. Conheço a mãe da Malaika há vários anos, a quem apresento desde já os meus sentimentos. À Malaika e esposo que as suas almas repousem em paz. À pequenina, que ambos a deixam no leito hospitalar, sob cuidados intensivos, vítima de queimaduras, auguro rápidas melhoras.

Mas tanto quanto este casal quantos outros passam por esta situação? Seguramente, muitos. As ocorrências das últimas semanas são o melhor testemunho disso. Muitos casos mediatizados e muitos outros não. É, na verdade, a real degradação dos valores da humanidade.

Quero aqui e agora lembrar a todos os casais que a arma fatal para o derrube deste inimigo que se chama violência é o diálogo, é a compreensão mútua. É a tolerância, como disse em linhas acima.

A todos os casais e aspirantes: Mais do que o dinheiro, troca de presentes e todos os outros bens, o 14 de Fevereiro, ou se quisermos, o Dia dos Namorados, simboliza a maior riqueza da humanidade: o amor; a paixão, o afecto, a ternura, enfim… a afeição viva e profunda por outro. Amemo-nos então, porque o tempo de vida é bastante curto.

SALOMÃO MUIAMBO-Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

PS: Ao fim da tarde de ontem tomei conhecimento da morte horripilante de Ruben Matsombe, funcionário da Autoridade Tributária e antigo colega da Redacção. Matsombe morreu na sequência de queimaduras contraídas depois de a esposa ter derramado óleo quente sobre o seu corpo, enquanto descansava. Que a sua alma repouse em paz. A cônjuge encontra-se detida e os três filhos, menores, entregues à sorte.

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