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COMEÇAVA a ser notória alguma tendência do arranque de sinais de trânsito em certos pontos da nossa cidade. Com o tempo, foram arrancando e hoje já se começa a ver por que razões agiam daquela forma.

Estamos a falar de sinais de proibição, sobretudo aqueles que impedem a realização da inversão de marcha nalgumas vias da nossa urbe. Esses sinais, deixavam as nossas gentes muito desconfortáveis, infelizmente.

Alguns foram capazes de dirigir os próprios carros contra os sinais, com o fim único de derrubá-los, como se fossem eles a causa de tanto desconforto no trânsito automóvel da nossa bela cidade.

Vamo-nos deter naquela que era a intenção para com o derrube dos sinais, que passa a ser aquilo que mais nos deve interessar, visto que, o contrário, está consumado, que foi o derrubar propriamente dito.

Agora não olham a meios e colocam-se a fazer a inversão, exactamente nos locais onde conseguiram derrubar os sinais, ficando muito fora do circuito dessa forma de viver a própria Polícia de Trânsito. Infelizmente, tem sido assim.

No desvio para o bairro Patrice Lumumba, na zona da Machava, os carros até criam engarrafamento por tentativa de fazer a inversão, chegando um carro a permanecer mais de cinco minutos para executar aquela manobra proibida.

Acontece também no cruzamento do bairro de “Bagamoio”, na Avenida de Moçambique, como tem sido frequente nos bairros “25 de Junho”, “Inhagóia”, “Jardim”, ao longo de toda aquela via de entrada para o centro da cidade.

O nosso grande desafio, neste momento, é procurar saber em que lugar é que se posiciona a nossa polícia, para nunca apanhar e autuar os infractores, que cometem uma contravenção de forma descarada.

Nas vias de sentido proibido, arrancaram também os sinais, de modo a permitir que deslizem os carros em sentido contrário, o que prova, uma vez mais que, de sinalização, pouco se gosta no nosso trânsito rodoviário.

Uma das teorias sobre o trânsito explica que, por causa da violação, os números da sinistralidade, na sua grande maioria, não são só elevados, como têm sido bastante aparatosos.

Grande dose de culpa também vai para quem, tendo o direito de recolocar os sinais derrubados, não o faz de forma atempada, até no sentido de evitar que a indisciplina vire cultura entre nós.

Mubedjo Wilson

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