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A CIRCULAÇÃO de pessoas e bens na estrada que dá acesso à cidade de Inhambane, partindo da EN1, concretamente no cruzamento de Lindela, era até princípios de Novembro último uma autêntica dor de cabeça na zona do mercado de Guiua, distrito de Jangamo.

Tudo acontecia às terças e sextas-feiras, dias concebidos para feiras comerciais de produtos diversos, em que os vendedores idos de quase todos os cantos da zona sul da província, se dirigem para fazerem as suas transacções.

Aliás, de há um tempo a esta parte, o movimento desusado verifica-se nas últimas horas do dia que antecede o da feira, quando os comerciantes chegam para arrumar os seus produtos, acção que acontecia mesmo há um metro da plataforma da estrada.

Passar de Guiua às  terças e sextas-feiras de manhã era um autêntico bico-de-obra porque o coco, a mandioca, a farinha da mandioca, o piripiri, a hortaliça, os bolos de sura, a pescadinha, amendoim torrado, vulgo torradinha, entre outros bens alimentares, eram vendidos junto à estrada, o que quase paralisava o trânsito. Sorte é que durante o período que levou a agitação, não houve registo de acidente, senão o congestionamento de viaturas nos dois sentidos.

Entretanto, depois de muitas reclamações dos utentes, alertando sobre o perigo que à vista naquele local, o governo do distrito de Jangamo, acabou por transferir o centro comercial para escassos metros do local anterior.

O problema não foi resolvido, mas sim minimizado para fazer o “boi dormir”, como sói dizer-se, pois o mercado que inicialmente foi transferido para cerca de 50 metros da estrada,  cerca de um mês depois da sábia decisão, está cada vez mais a regressar à estrada. Concorre para esta situação, o facto de os “chapa” embarcarem e desembarcarem na estrada, trazendo de volta o velho problema do congestionamento.

Na minha modesta opinião, a decisão de afastar o mercado para dar lugar à realização das feiras comerciais num local considerado distante da via pública, deve ser acompanhada por uma fiscalização permanente e delimitação da área por explorar.

Todavia, não deixo de louvar a vontade do Governo local de pretender resolver o problema, no quadro da prevenção do derramamento de sangue nas estradas nacionais, entretanto, a iniciativa carece de uma estratégia consistente para prevenção de acidentes.

Neste contexto, chamo atenção a quem de direito para endurecer as medidas porque se bem que a realização das feiras comerciais deve acontecer num local seguro e longe da estrada, é obrigatório que sejam igualmente criadas condições para evitar o retorno a esta mesma via, porque o perigo é iminente. 

Victorino Xavier

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