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O PAÍS, de modo particular as zonas norte e centro, está a ser fustigado por intensas chuvas como, aliás, tem sido por estas alturas em todos os anos.

A propósito, os últimos dados divulgados pelas autoridades da especialidade falam de mais de 30 mortes e de mais de três mil pessoas afectadas.

Tudo começou precisamente no norte, onde as enxurradas deixaram também rastos de destruição em estradas, pontes e outras infra-estruturas, cenário que se está a repetir no centro onde já há, igualmente, relatos de vias intransitáveis e outros danos. Mau grado!

Contudo, mais do que os estragos em infra-estruturas, proponho-me, nesta aparição, a elaborar um pouco à volta do lado humano dessas calamidades.

No caso particular da província de Sofala, até ao início desta semana, pelo menos 400 famílias estavam ao relento, no distrito do Dondo, depois de forçadas a abandonarem os seus habituais locais de residência, por estes terem sido invadidos pelas águas ou mesmo, na pior das hipóteses, por terem desabado.

Em Nhamatanda, um arrolamento preliminar indicava que 1.227 hectares de diversas culturas alimentares estavam inundados, em prejuízo de 800 famílias camponesas, em Nhampoca, Tica, Metuchira, Lamego, Siluvo, Chirassicua e Nhamatanda-sede.

Na província de Manica, os dados colocados à disposição apontavam para cerca de 25 mil famílias isoladas, na sequência da submersão de uma ponte sobre o rio Metuchira.

Como se sabe, nestes casos, tem sido regra muitos compatriotas, além de ficarem desalojados, perderem os seus bens.

Nada a ver com aquela história meio divertida de pessoas que, durante todo o ano, apresentam-se como pobres e desprovidas de quaisquer bens, mas logo após os desastres naturais vêm a terreiro lamentar que perderam tudo!

Diversões à parte, a reflexão a que me proponho hoje tem a ver com o espirito que norteia as entidades ou instituições singulares e/ou colectivas que se predispõem a apoiar as vítimas dos desastres naturais.

E nisso, as chuvas têm sido apenas o exemplo mais recorrente de pessoas que, a dado momento, clamam por alguma ajuda. Temos tido outros fenómenos adversos como a seca ou mesmo os conflitos político-militares de tão triste memória.

Pois, sempre julguei problemático que essas entidades ou instituições singulares e/ou colectivas se predisponham a prestar auxílio, mas tenham que fazer muito barulho à volta disso.

No meu modesto entender, ajudar um necessitado e fazer questão de dizer “ao mundo” que o fizemos, só pode esvaziar o verdadeiro conteúdo dessa ajuda.

Lá diz a velha máxima: “faz todo o bem que puderes, mas não faz barulho acerca disso”.

Alguém também escreveu o seguinte:“Não nos deixemos enganar pelas notícias. O bem não faz primeira página porque a sua lógica é silenciosa como a semente. A maldade, a violência, os abandonos fazem mais barulho, mas não ganham o braço de ferro pelo condomínio da terra. A bondade ganha em todas as frentes, excepto no ruído”.

No meu percurso de jornalista, já testemunhei inúmeras situações em que tais entidades e/ou instituições organizam-se e oferecem produtos, ou seja o que for, a pessoas necessitadas.

No entanto, tal gesto é, invariavelmente, acompanhado de muita publicidade. Repetidas vezes, a cerimónia não começa porque a imprensa, “muito muito” a televisão, ainda não se faz presente. Ora essa!

Como sugere a máxima, a lógica do bem é, ou devia ser, silenciosa como a semente.

O bem não faz barulho!

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