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“PESSOALMENTE, entendo que Moçambique está num processo intenso de construção, desconstrução e reconstrução de identidades, próprio de sociedades em constante mudança, ele próprio gerador de sentimentos de frustração, alienação e desintegração social.

Lembremo-nos que o país tem sido ciclicamente afectado por conflitos armados e presentemente por uma crise económica sem precedentes e tudo isto são factores dilaceradores do capital social. Dito por outras palavras, ao nível da base, as redes de relacionamento, as normas sociais, as instituições reguladoras da vida social, as expectativas não têm exercido a sua acção costumeira de coesão social, civilização de seres humanos, da defesa da disciplina e respeito mútuo.

Mas o mais importante será notar que o capitalismo selvagem tem invadido a nossa consciência da vida humana, em que tudo é tratado como mercadoria, incluindo pessoas”.

Trago hoje de volta as palavras do sociólogo moçambicano Jose Diquissone numa recente entrevista a este jornal a propósito do que está a acontecer na nossa sociedade em que a violência atinge níveis cada vez mais tenebrosos.

Pois, a semana que termina voltou a ser marcada na cidade da Beira por acontecimentos dessa natureza, de arrepiar e ao arrepio das mais elementares normas de convivência entre seres humanos.

Eis que um cidadão de 36 anos espancou uma anciã de 74 até à morte com recurso a um bloco-15 de construção justificando que a velha era feiticeira, como tem sido recorrente por estas bandas.

Ainda esta semana, um grupo dos chamados “homens-catanas”, fazendo-se transportar em viaturas e motorizadas, pretendendo tão-somente roubar-lhes bens, voltou a fazer das suas, desferindo golpes à catana contra cidadãos indefesos no regresso às suas residências depois de cumpridas as suas agendas.

Os agredidos tiveram mesmo que receber cuidados intensivos no hospital central e só não lhes aconteceu o pior porque o “Todo poderoso” lhes deu a devida protecção.

Dois aspectos, entretanto, convocaram a minha atenção em ambos os casos:

No primeiro, o jovem que desferiu golpes na anciã com recurso a um bloco-15 de construção, em declarações a jornalistas, não só assumiu o seu acto, como não mostrou qualquer arrependimento. Estava, portanto, em paz consigo mesmo e com o mundo!

Alegou, aliás, que assim procedeu para vingar a morte da sua filha, uma morte para ele da responsabilidade ou da autoria da anciã, conforme lhe teriam diagnosticado os curandeiros que consultara.

No segundo episódio, convocou a minha atenção o facto de os malfeitores fazerem-se transportar em viaturas e/ou motorizadas.

Ora, um tal “homem-catana” que até anda de carro já deve merecer outro estatuto lá na hierarquia do crime.

Não devo andar muito longe da verdade se inferir daí que tais viaturas e motorizadas sejam produtos dessas incursões!

Triste sina, a nossa!

 

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