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O aproveitamento da água subterrânea na região do Grande Maputo é feito sem o conhecimento das vulnerabilidades a ela associadas e dos riscos que podem advir da sua sobre-exploração.  

A preocupação foi apresentada recentemente, na capital do país, por especialistas da matéria, que discutiram os riscos de salinização do aquífero, com objectivo de elaborar estratégias de mitigação que garantam o abastecimento de água potável para a região periurbana e rural.

No encontro subordinado ao tema “Modelação do Escoamento Subterrâneo no Aquífero do Grande Maputo”, a abertura de furos para fins comerciais foi apontada com um dos factores que está a perturbar o equilíbrio natural entre a água do mar e para uso doméstico.

Segundo os pesquisadores, a ocorrência de água salobre na região do Grande Maputo se deve à sua localização na zona costeira, o que concorre para intrusão salina, tornando-a inútil para o consumo humano e para a agricultura.    

Segundo o gestor do projecto, Dinis Juízo, a predominância da água salobre nas zonas próximas ao rio Incomáti e em parte da região sul da província de Maputo, é originada pelo processo geológico de formação do próprio aquífero. Nesses locais, o acesso à água doce é mediante o abastecimento por camiões-cisternas, uma vez que a rede pública não cobre a área na totalidade.  

“Devido à seca no rio Umbelúzi, o Fundo de Investimento, Património e Abastecimento de Água (FIPAG) projectou a abertura de 46 furos de água, parte dos quais já foram abertos. Esses furos serão explorados com caudais relativamente altos o que poderá trazer graves consequências”, referiu  

Juízo avançou que no âmbito deste projecto que procura avaliar o impacto do aproveitamento da água subterrânea na região do Grande Maputo, foi criada no ano 2000, uma rede de monitorização que nunca chegou a ser operacionalizada.    

Referiu que desde 2016, está em curso um programa de “Mitigação do Impacto de Salinidade das Águas Subterrâneas para a Segurança Hidríca em Zonas Costeiras no Contexto de Mudanças Socioeconómicas e Climáticas”, financiado pelo Governo da Holanda em parceria com a Universidade Eduardo Mondlane (UEM).

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