Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A GOVERNADORA de Sofala, Maria Helena Taipo, pediu a população da vila-sede do distrito de Chibabava para que se junte às várias iniciativas dos diferentes segmentos da sociedade civil na sensibilização do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, para abandonar as matas e ir a Maputo para dialogar com o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi, de modo a encerrar as suas desconfianças em relação ao Governo.

Helena Taipo falava terça-feira num comício popular que marcou o ponto mais alto da cerimónia de apresentação do novo administrador distrital, Luís Nhanzozo, na qual referiu que os residentes daquela região devem empenhar-se mais na consolidação da paz, ameaçada por um filho que nasceu precisamente em Chibabava, Afonso Dhlakama.

“Queremos que todos vocês se envolvam nas acções de busca da paz que está a ser ameaçada por um filho desta terra. O nosso apelo vai, sobretudo, aos líderes comunitários para que se aproximem dele ou dos seus familiares, para que Afonso Dhlakama abandone as matas e volte ao convívio social”, pediu a governadora de Sofala à população de Chibabava.

A chefe do executivo de Sofala explicou que o Governo moçambicano está a envidar todos os esforços possíveis no sentido de desenvolver o distrito de Chibabava, em particular, e o país, em geral, criando as necessárias condições para o melhoramento da vida da população, “mas que há pessoas que querem deitar abaixo esse esforço”.

Disse ainda que a população de Sofala não deve estar sujeita ao sofrimento devido às ameaças de um punhado de pessoas que querem ver o país a regredir, “o que é muito mau”, daí que pediu a conjugação de esforços de todos os intervenientes para a construção de um Moçambique livre de ameaças e cada vez melhor.

Naquela que foi a sua primeira comunicação com a população da vila de Chibabava desde que tomou os destinos da província de Sofala, a  governante manifestou a sua preocupação em relação aos raptos que têm acontecido nos últimos dias naquela região do país, protagonizados por homens armados da Renamo, a mando do seu líder, Afonso Dhlakama, ora refugiado em parte incerta.

“Queremos manifestar o nosso repúdio contra as ameaças que os homens da Renamo têm feito aos líderes comunitários e religiosos da província de Sofala, situação que tem criado pânico nas comunidades, sobretudo nestes últimos dias. A política não deve ser feita de matanças e nem de ameaças, daí que a Renamo deve-se colocar no seu devido lugar, como partido político que luta pelo bem-estar do povo moçambicano”, disse Helena Taipo.

Laiton Sifa

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