O PRESIDENTE da República, Filipe Nyusi, considera que não há como falar de Moçambique e Portugal sem se referir à imponente figura de Mário Soares que, segundo afirma, “lutou pelo que sempre acreditou”. Mário Soares morreu no último sábado, em Lisboa, vítima de doença.

Na sua mensagem de condolências, o Chefe do Estado refere que Mário Soares foi um dos que se juntaram ao povo moçambicano no culminar da luta pela independência, através da sua inestimável contribuição para a descolonização, que permitiu a proclamação da independência total e completa de Moçambique.

“A sua participação fez com que Moçambique e Portugal tivessem, ainda hoje, estes laços históricos que os une em vários domínios, e cujo futuro está cimentado no mais profundo sentimento de amizade e irmandade. A sua partida deixa um vazio difícil de preencher, porque não há como falar de Portugal e Moçambique sem se referir à sua imponente figura na construção desta amizade e deste entendimento que hoje perdura, irmanando os dois países”, lê-se na mensagem.

Filipe Nyusi destaca ainda dizendo que não há palavras suficientes que possam preencher o vazio deixado por Mário Soares, tanto para o povo português, como para o povo moçambicano, “restando-nos apenas curvarmo-nos à sua grande figura de um homem que lutou pelo que sempre acreditou”.

Mário Soares, antigo Presidente da República portuguesa, morreu aos 92 anos no Hospital da Cruz Vermelha, em Lisboa, onde estava internado desde 13 de Dezembro.

As cerimónias fúnebres do histórico socialista vão decorrer nos próximos três dias. Ontem e hoje, o corpo de Mário Soares ficará em câmara ardente no Mosteiro dos Jerónimos. Uma vez que o antigo Chefe de Estado português era laico, o seu corpo não será velado em nenhuma capela nem haverá missa de corpo presente.

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