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MOÇAMBIQUE e China assinaram ontem acordos de reforço da cooperação bilateral na área de defesa que prevêem, entre outros aspectos, o financiamento da construção de um quartel militar, cuja primeira pedra foi lançada no bairro da Matola Gare, no município da Matola.

Para além do quartel, cujo financiamento é de 60 milhões de Yuans (cerca de nove milhões de dólares americanos), a cooperação estende-se à formação de quadros para as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) e o intercâmbio entre as instituições de ensino superior militar.

A informação foi dada ontem pelo ministro da Defesa Nacional, Atanásio Salvador M’tumuke, no final da audiência concedida pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, ao ministro da Defesa da República Popular da China, Chang Wan Quann, que visita o país desde segunda-feira.

M’tumuke disse que durante a audiência foi passada em revista a cooperação bilateral entre os dois países para consolidar as relações tradicionais que datam desde o início da luta armada de libertação nacional.

Segundo o titular da pasta da Defesa Nacional, entre os aspectos recordados durante o encontro destaca-se a presença dos instrutores militares chineses em Nachingwea que, durante a luta de libertação nacional que formaram cerca de dez mil guerrilheiros da Frente de Libertação de Moçambique.

Explicou que o apoio que a China presta ao país é útil, na medida em que contribui para a manutenção do bem-estar dos cidadãos nacionais, apontando, como exemplo, a doação de bens alimentares para as vítimas da seca que nos últimos dois anos têm estado a fustigar o país.

Antes da audiência concedida pelo Chefe do Estado, foram realizadas no ministério da Defesa Nacional conversações entre a delegação ministerial nacional e da China, chefiadas pelos respectivos titulares das pastas.

“A nossa intenção é ver desenvolvidas as relações de cooperação na área de formação, infra-estruturas, logística e saúde militar, com vista a tornar as FADM mais operativas no cumprimento das suas missões”, propôs M’tumuke.

Por seu turno, o ministro da Defesa da República Popular da China, Chang Wan Quann, afirmou que os programas de cooperação em implementação resultam dos consensos alcançados entre os dois países, no âmbito da visita efectuada por Filipe Nyusi à República Popular da China, em Maio de 2016.

Com efeito, segundo disse, está garantida a continuidade da implementação dos programas e a consolidação da área de formação de quadros para as FADM, bem com intercâmbio entre as instituições de ensino superior militar.

O ministro da Defesa da República Popular da China destacou, por último, o ambiente de estabilidade e paz que se vive em Moçambique como factor preponderante para o desenvolvimento nacional.

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