O IV Recenseamento Geral da População e Habitação é um instrumento que vai orientar o Governo a identificar soluções para uma melhor gestão e distribuição deriqueza.

A leitura é do Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, que ontem falou à imprensa momentos depois do recenseamento do seu agregado familiar, por uma equipa de recenseadores encabeçados pelo Presidente do Instituto Nacional de Estatística, Rosário Fernandes.

“Este processo é bom para que possamos antecipar melhor como gerar e distribuir a riqueza no nosso país. Apelo a todos os cidadãos para que o façam em tempo útil e que não haja politização deste acto. Vamos todos aderir ao censo”, disse Carlos Agostinho do Rosário.

Segundo ele, “este é um acto importantíssimo para que todos nós possamos saber quantos somos, onde vivemos e em que condições”. Igualmente, no seu entender, o processo irá determinar quantos homens e mulheres temos em Moçambique.

“Por isso, sinto-me satisfeito por ter cumprido o meu dever de cidadão, um dever de prestar informação importante para o recenseamento. Aos nossos concidadãos, a mensagem que deixo é no sentido de aderirem a este processo, facultando toda a informação que os recenseadores solicitam”, apelou.

O IV Censo da População e Habitação arrancou no passado dia 1 e vai terminar no dia 15 deste mês. O objectivo do Censo 2017 é apurar, além do número de habitantes de Moçambique e as suas características (idade, estado civil, língua, profissão, educação e outras), o tipo de habitação em que vivem, permitindo saber “quantos somos, onde e em que condições moramos.”

Prevê-se que a operação abranja perto de cinco milhões de agregados familiares e sejam registados mais de 27 milhões de pessoas. Em 2007, o censo apurou que Moçambique tinha 20,8 milhões de habitantes, estimando-se que, este ano, o número ultrapasse os 27,1 milhões.

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