O governo moçambicano está a trabalhar com uma comissão de peritos para, em tempo oportuno, esclarecer as informações postas a circular, segundo as quais Moçambique estaria a comprar armas da Coreia do Norte, violando as sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) àquele país asiático.

A informação foi tornada pública terça-feira última, em Maputo, pela porta-voz do governo, Ana Comoana, em declarações à imprensa, no fim da XXXII sessão ordinária do Conselho de Ministros.

Comoana disse que o país é signatário de diversos tratados internacionais de proibição de armas nucleares, apontando também que, à luz da Constituição da República vigente no país, Moçambique defende o princípio de desarmamento universal de todos os Estados.

No âmbito destes tratados, segundo Comoana, fica claro o posicionamento do Estado e do Governo moçambicanos.

“Moçambique é parte signatária de diversos tratados internacionais, alguns dos quais, o tratado sobre a não-proliferação nuclear, o tratado sobre o banimento total de testes nucleares, o estabelecimento de zonas livres de armas nucleares a nível regional”, sublinhou a porta-voz do governo.

Prosseguindo, referiu que “no âmbito destes tratados e no âmbito do posicionamento de Moçambique, ao nível da Constituição da República, fica claro o princípio do Estado e do Governo moçambicanos”.

Na segunda-feira, a agência Lusa noticiou que a ONU está a investigar possíveis violações do embargo e sanções impostas à Coreia do Norte por parte de Angola e Moçambique.

Em Moçambique, o painel composto por oito especialistas está a investigar a venda de um sistema de defesa área portátil, mísseis superfície-ar e um radar, uma operação feita entre a empresa coreana Haegeumgang Trading Corporation e a “Monte Binga”, uma empresa controlada pelo Governo moçambicano.

De acordo com a ONU, a Green Pine Corporation, uma empresa norte-coreana, é responsável por quase metade das armas exportadas pela Coreia do Norte, alvo de sanções da comunidade internacional desde 2012.

Na terça-feira, a porta-voz do Conselho de Ministros veio a público afirmar que “quaisquer questões que possam” ser suscitadas serão esclarecidas em momento oportuno junto da comissão de peritos, “mas tudo quanto o nosso país possa fazer é assegurar o cumprimento integral dos tratados de que é parte”. - (AIM)

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