O ANTIGO Chefe do Estado, Joaquim Chissano, um dos signatários do Acordo Geral de Paz (AGP) na capital italiana, Roma, a 4 de Outubro de 1992, defendeu, ontem, a necessidade do envolvimento de todos os cidadãos no diálogo para a manutenção deste bem precioso.

Chissano, que falava na Praça dos Heróis Moçambicanos, em Maputo, indicou que o envolvimento dos moçambicanos passa pelo acarinhamento dos passos que estão a ser dados em prol da paz efectiva no país.

“O Presidente da República, Filipe Nyusi, e o líder da Renamo, Afonso Dhlakama, estão a dar passos importantes em prol de um entendimento definitivo. Temos todos que trabalhar para a paz, e o desafio é trabalharmos as consciências das pessoas”, afirmou.

Joaquim Chissano explicou que a manutenção da paz exige muito mais do que vontade de duas pessoas, acrescentando que a adopção da cultura de paz pela sociedade é um processo que deve começar no coração de todos os cidadãos.

Na percepção de Chissano, se os cidadãos estiverem em paz consigo mesmo, ninguém terá tempo para se lembrar de entregar uma arma a outro cidadão para matar um compatriota seu.

Sobre os passos que estão a ser dados pelo Governo e a Renamo para o alcance de uma paz permanente, o antigo estadista disse tratar-se de uma iniciativa que precisa ser acarinhada e acompanhada.

“Esse é um assunto de interesse nacional e não podemos ficar sentados à espera dos resultados. Vinte e cinco anos de paz é pouco tempo. Queremos mais, e para isso temos que nos concentrar e prestar o nosso contributo”, reiterou.

Sublinhou que a paz precisa de uma vida sã, económica e politicamente, onde cada um tem o que comer, porquanto “onde não há pão todos ralham e ninguém tem razão”, uma situação que fica pior quando todos lutam e ninguém tem razão.

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