Director: Júlio Manjate   ||  Directora Adjunta: Delfina Mugabe

A diplomacia moçambicana deve promover, através de acordos bilaterais e de comércio livre, ganhos concretos para a economia nacional, e que tenham impacto directo na vida dos cidadãos.

O repto foi lançado ontem pelo Presidente da República, Filipe Nyusi, discursando na abertura do VIII Conselho Coordenador do Ministério dos Negócios Estrangeiro e Cooperação, que decorre até hoje sob o lema “A experiência e a contribuição da diplomacia moçambicana para melhor responder aos desafios e perspectivas da actual conjuntura nacional e internacional.”

Segundo visão do Chefe do Estado, a diplomacia deve trabalhar em complemento e sinergia com os países da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), com a União Europeia; os Estados Unidos da América ou com parceiros da Ásia e da América Latina, como reflexo do mundo actual, orientado cada vez mais para ganhos económicos.

“Neste domínio, a apreensão de um maior número de parcerias e aprofundamento das vantagens que vão sendo geradas neste processo, devem desempenhar um papel crucial no nosso desenvolvimento. Ao nível económico, urge devolvermos a confiança dos nossos parceiros de cooperação, cujo papel temos valorizado ao longo da construção do nosso país”, explicou Filipe Nyusi.

No seu entender, com as recentes descobertas de recursos naturais e outras potencialidades económicas, Moçambique foi projectado para um campeonato de colossos, para o qual não lhe resta outra alternativa se não aprender rapidamente a dominar as regras de jogo para não sair a perder, nomeadamente, no campo da exploração do petróleo, do gás e muitas outras formas de geração de renda.

“Esta é uma empreitada que deve mobilizar as nossas missões diplomáticas e consulares junto dos países e organizações em que nos representam. Transmitam a mensagem dos esforços e medidas que o Governo tem estado a implementar para que o país se mantenha como um interlocutor fiável e credível na economia mundial. Também devem projectar, juntos dos nossos amigos e parceiros, os nossos esforços para garantir uma paz duradoira e um contínuo florescimento da democracia e do Estado de Direito. Moçambique deve continuar a manter-se como um parceiro que oferece estabilidade para o florescimento de investimento estrangeiro”, exortou o Chefe do Estado.

Na sua intervenção o Presidente Filipe Nyusi observou que a ganância e a corrupção têm o mesmo valor que os outros crimes que abalam e desestabilizam os Estados, situações que criam incertezas no futuro. Assim, segundo ele, os funcionários do MINEC, na sua qualidade natural de embaixadores de Moçambique, devem servir de exemplo no distanciamento total dos actos de corrupção nas instituições.

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