Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

A Frelimo condena a campanha de desinformação orquestrada pela Renamo, que acusa o partido no poder de perseguição.

O Secretário do Comité Provincial para Mobilização e Propaganda, Organizações Sociais e porta-voz da Frelimo em Tete, Domingos Macajo, disse ontem à AIM que o seu partido repudia e condena energicamente tais atitudes movidas pela Renamo, pois apenas servem para criar instabilidade no seio da sociedade moçambicana.

Macajo afirmou que a Frelimo tomou nota com profunda tristeza dos actos de vandalismo perpetrados pela Renamo no município de Tete, incluindo o espancamento de cidadãos trajando indumentária da Frelimo.

Citou o caso de um militante, identificado pelo nome de Óscar Vitorino, que acabou  contraindo ferimentos graves na cabeça, quando se dirigia no domingo a um comício no bairro de Matundu, por conta da agressão que sofreu.

A fonte revelou que tudo começou quando militantes da Renamo partiram vidros da viatura de Vitorino, que acabou contraindo ferimentos.

Um outro incidente, segundo o porta-voz da Frelimo em Tete, ocorreu na Avenida Kenneth Kaunda, quando membros da Renamo atiraram pedras contra uma outra viatura que transportava membros do partido no poder.

Neste incidente, segundo Macaju, a Renamo incendiou a viatura e agrediu os quatro ocupantes. Indicou que a Renamo também invadiu o cordão montado pela PRM, tendo depois agredido dois jovens, entre os quais um músico local.

Disse ainda que a Renamo sequestrou, também no último dia da campanha eleitoral, uma criança de 12 anos. O pai da referida criança, que imediatamente foi conduzida para a sede da Renamo, é Castro Ntemantsaca, adjunto-chefe da brigada provincial de assistência à cidade de Tete.

O dirigente partidário salientou que alguns destes casos já foram reportados às autoridades competentes.

Vincou que a Renamo não pode agora ao público se fazer de vítima. Por isso, exige que a Renamo responda pelos crimes cometidos, incluindo actos de vandalismo, atitudes que, para Macajo, minaram o fim da campanha eleitoral nesta parcela do país.

“Uma vez mais queremos dizer que a Renamo não apareça como vítima ou tente confundir a opinião pública e desinformar a sociedade moçambicana sobre o que realmente está a acontecer nesta cidade”, referiu.

Aliás, disse a fonte, “a Renamo não nos surpreende com estes actos, pois é com esta estratégia política falhada e desajustada, postura anti-social e antidemocrática que não precisa de lupa para ver que durante a campanha eleitoral não conseguiu conquistar o eleitorado.
Vincou que estes incidentes mostram que a Renamo é um partido que “gosta de sangue” e não de convivência política sã. “Ama estes actos de intimidação, violência, vandalismo e criminalidade, que constituem uma violação dos direitos humanos e criam instabilidade social no nosso país”, frisou.

Por isso, o porta-voz da Frelimo alertou aos membros e simpatizantes do partido e à população daquela província, sobretudo os munícipes da cidade de Tete e vilas de Moatize, Ulónguè e Nhamayábuè, para que exerçam uma vigilância cerrada, particularmente, no período de reflexão e de votação, contra tudo aquilo que visa inviabilizar o escrutínio de 10 de Outubro corrente.

 

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