Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

Os jornalistas das rádios comunitárias queixam-se de maus-tratos e da não valorização da sua profissão durante a campanha eleitoral, facto que constitui violação dos Direitos Humanos e desrespeito à legislação laboral vigente no país.

A denúncia foi feita quarta-feira em Maputo pelos profissionais das rádios comunitárias, numa reunião de reflexão sobre os desafios na cobertura do processo eleitoral em Moçambique promovida pelo FORCOM e o Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC).

Um dos participantes do evento contou, por exemplo, que apesar de estar devidamente credenciado foi impedido de exercer o seu direito de votar numa das mesas, na província de Manica.

Como medida para fazer face a vários constrangimentos, as rádios comunitárias são chamadas a intensificar e enriquecer os conteúdos dos seus programas radiofónicos, com enfoque na questão dos Direitos Humanos, bem como a qualidade da cobertura, monitoria e observação dos processos eleitorais.

Segundo o vice-presidente do FORCOM, Olívio Catela, é imensurável a contribuição das rádios comunitárias na promoção da cidadania, Direitos Humanos, participação política activa e mobilização durante os processos eleitorais, assim como na garantia do acesso à informação privilegiada, tanto em Português como na língua mais falada na comunidade onde elas desenvolvem as suas actividades.

No encontro foram desenhadas as estratégias de sensibilizacao sobre a necessidade do respeito pelas leis e salvaguarda da liberdade de imprensa,de modo a que não sejam cometidos os mesmos atropelos nas eleições gerais e das assembleias provinciais do próximo ano.

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