Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O Presidenteda República, Filipe Nyusi, recebeu ontem, em Maputo, cartas credenciais de nove embaixadores e altos-comissários, acto que marcou a renovação das relações de amizade, solidariedade e cooperação existentes entre Moçambique e os respectivos países. Leia mais

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O PARTIDO Renamo elege hoje, último dia dos trabalhos do seu VI Congresso, o líder que vai suceder a Afonso Dhlakama, falecido a 3 de Maio do ano passado. Dhlakama liderou a organização durante 41 anos. Leia mais

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O Presidente do partido para a Paz, Democracia e Desenvolvimento  (PDD e antigo Secretário-geral da Renamo, Raúl Domingos, faz um balanço positivo dos quatro anos de governação do Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi.

Falando à margem do sexto Congresso da Renamo, que decorre na Serra de Gorongosa, em Sofala, Raul Domingos manifestou, igualmente, a intenção de voltar à Renamo.

“O que nos marca nestes quatro anos de governação do Presidente Nyusi é a busca da paz e quero acreditar que ele fez fé nas suas palavras de que não ia medir esforços para conseguir a paz. Então a figura emblemática disto é o facto de ele ter vindo à Gorongosa à busca desta paz e o facto de ter conseguido tréguas com o falecido Presidente Dhlakama”, disse. (RM)

 

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O Presidente do Partido para a Paz, Democracia e Desenvolvimento (PDD), Raul Domingos, reafirmou ontem sua intenção de regressar à Renamo o mais breve possível.

A vontade começou em 2012, na cidade de Quelimane, província da Zambézia, com o saudoso líder Afonso Dhlakama.

Depois deste primeiro contacto com o Dhlakama, foi marcado outro encontro similar para Nampula, mas o retorno do líder da Renamo para a Serra da Gorongosa, inviabilizou então a prossecução de tal intenção.

Desta vez, segundo Raul Domingos, vai depender de “boa-vontade” do novo líder a ser eleito neste VI Congresso da Renamo, que se realiza desde esta terça-feira e termina amanhã na serra da Gorongosa, em Sofala.

A ideia, no seu dizer, parte da aglutinação de todas as fricções entre o PDD e do Movimento Democrático de Moçambique (MDM).

Acrescentou que o importante, neste momento, é que a Renamo deve-se reerguer para futuros desafios dos pleitos eleitorais em Moçambique, sobretudo do sufrágio deste ano de governadores provinciais, deputados e Presidente da República.

Durante este encontro, o Conselho Cristão de Moçambique desejou o espírito de Reconciliação e Paz, imbuídos pela sede e fome da justiça, que deve reinar nas deliberações.

O bispo Dinis Matsolo foi ainda mais longe ao afirmar que motivado por este espírito, a sua organização religiosa, apelou mais uma vez que tudo seja feito em prol da Reconciliação e reencontro dos moçambicanos.

“Somos todos chamados a trabalhar, arduamente, para reconstruir a confiança entre os moçambicanos, se quisermos ver um Moçambique próspero, desenvolvido e sustentável. Gostaríamos de recordar que são “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus”, citou o clérigo.

 

 Horácio João

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Moçambique e Andorra, um microestado soberano europeu, decidiram estabelecer relações diplomáticas, de acordo com as disposições da Convenção de Viena, a capital da Áustria, visando “promover a cooperação mútua e fortalecer a amizade e a cooperação, no âmbito político, económico e cultural”.
Com efeito, os dois países rubricaram ontem, em Lisboa, a capital portuguesa, o protocolo que formaliza o estabelecimento de relações diplomáticas, evento testemunhado pela AIM, em Lisboa. O protocolo foi rubricado pelo Embaixador de Moçambique em Portugal, Joaquim Bule, e pelo Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário do Principado de Andorra em Portugal, Jaume Serra Serra.
“Desejosos de promover a compreensão mútua e fortalecer a amizade e a cooperação entre ambos os países, no âmbito político, económico e cultural, guiados pelos princípios e objectivos da Carta das Nações Unidas, do Direito Internacional e dos tratados internacionais, nomeadamente, o respeito mútuo, a igualdade soberana dos Estados, a independência nacional, o respeito pela soberania nacional e integridade territorial, a não ingerência nos assuntos internos dos Estados, a promoção da paz e segurança internacionais, Moçambique e o Principado de Andorra decidem estabelecer relações diplomáticas”, diz o protocolo.
Tendo em conta que a economia andorrana é baseada no turismo, estimando-se que 10,2 milhões de turistas visitam, anualmente, Andorra, “Moçambique quer aproveitar a experiência daquele microestado na área”, sublinhou o Embaixador de Moçambique em Portugal, Joaquim Bule, numa breve conversa com a AIM, em Lisboa.
Segundo estatísticas, o número de turistas estrangeiros que visitam Moçambique, anualmente, é de cerca de dois milhões.
Andorra é um microestado soberano europeu, sem acesso ao mar, na Península Ibérica, nos Pireneus orientais, limitado pela França, ao norte, e pela Espanha, ao sul.

 

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