Director: Júlio Manjate   ||  Director(a) Adjunto(a): 

O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa, considera que o mundo tem muito a aprender da experiência de Moçambique na gestão de conflitos e de processos de pacificação, sugerindo que a 73.ª sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas, a decorrer em Nova Iorque, é uma oportunidade ímpar para os países se inspirarem no nosso país.

Interpelado por jornalistas moçambicanos em Nova Iorque, onde participa na reunião magna das Nações Unidas, Marcelo Rebelo de Sousa destacou o papel desempenhado pelo Chefe do Estado moçambicano, Filipe Nyusi, classificando-o de “determinante” para o sucesso que o processo está a trilhar.

Segundo o Presidente português, Moçambique atravessou momentos particularmente difíceis nos últimos anos, situação que foi ultrapassada graças ao empenho e dedicação com que Filipe Nyusi vem gerindo cada etapa do processo.

A paz foi igualmente tema de conversa no encontro que o Chefe do Estado moçambicano manteve ontem com o Secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, uma audiência que teve lugar no edifício sede da organização.

Tal como em Fevereiro deste ano, no último frente a frente que tiveram, Nyusi e Guterres destacaram a importância do diálogo como principal fonte das relações entre os países, tomando o caso de Moçambique e das Nações Unidas como o exemplo de cooperação que pode inspirar outros países e organizações.

Ainda ontem, o Presidente da República manteve audiências, em separado, com os presidentes da Finlândia e da Irlanda; com o Presidente do Conselho de Ministros e de Estado da República de Cuba, e com o representante da Anadarko, multinacional com interesses na Bacia do Rovuma, onde desenvolve projectos de exploração de gás natural.

Outro ponto importante da agenda de ontem de Nyusi em Nova Iorque foi a participação na recepção oficial oferecida pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, aos dignitários que participam na sessão ordinária da Assembleia-Geral das Nações Unidas.

Na sequência deste evento, a cidade de Nova Iorque vive dias de segurança reforçada, com várias restrições à circulação de viaturas em grande parte das ruas, cenário que acaba por ser responsável pelo congestionamento de trânsito um pouco por toda a cidade.

Júlio Manjate, em Nova Iorque

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A Corveta Almirante Barroso, da Marinha do Brasil, escala de hoje até ao próximo dia 27 do mês em curso, o Porto de Maputo, numa missão descrita como podendo reforçar os laços de amizade e cooperação entre os governos dos dois países no domínio da Defesa, sobretudo na vertente do intercâmbio na área militar.

Segundo um comunicado a que o Noticias Online teve acesso, o programa da visita prevê vários encontros entre o comandante do navio e as autoridades locais, entre outras actividades a serem coordenadas pela Marinha de Guerra de Moçambique.

Amanha, 25 de Setembro, das 10h00 às 17h00, a Corveta Barroso estará aberta à visitação pública.

Trata-se de um moderno navio Escolta da Marinha do Brasil, construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e com sistemas complexos desenvolvidos no Brasil, capaz de se contrapor a múltiplas ameaças e exercer controlo tático.  O Navio leva o nome Almirante Barroso, Comandante da Esquadra Brasileira na Batalha Naval do Riachuelo, combate o qual marcou a história naval brasileira e teve o Almirante Barroso como um dos mais notáveis heróis do país.

A Corveta Barroso foi incorporada à Esquadra brasileira em 19 de agosto de 2008, desde então vem realizando diversas missões com outros países, destacando-se a composição da Força Tarefa Marítima da ONU na Missão de Paz do Líbano, a qual cumpriu com êxito sua missão nas duas vezes designadas. Vale ressaltar o resgate dos náufragos no ano de 2015, momento em que o Navio se lançava ao mar rumo ao Líbano.

O Navio possui modernos sensores e armamentos, além de operar com a Aeronave orgânica SuperLynx. Possui 103,4m de comprimento, sistema de propulsão Diesel ou Gás e atinge a velocidade de 30 nós com turbina.

Nesta escala ao Porto de Maputo, a Corveta Barroso traz a primeira remessa de livros doados pela Academia Brasileira de Letras para Moçambique, além de material de Comunicação Social para a divulgação das Forças Armadas Brasileiras com vistas ao incremento da cooperação no âmbito da Defesa, pelo conhecimento mútuo.

O navio acaba de participar da Operação ATLASUR XI entre as Marinhas da África do Sul, do Brasil e do Uruguai e, logo após a escala em Maputo, retorna as águas territoriais sul-africanas, especificamente ao Porto de Simon's Town, onde participará da Operação IBSAMAR, juntamente com as Marinhas da África do Sul e da Índia.

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O partido Frelimo, na cidade de Maputo, diz que a campanha eleitoral nesta urbe vai decorrer de forma ordeira e sem traços de violência durante todos os dias do processo.
Falando a jornalistas, ontem, em conferência de imprensa, a chefe da brigada central afecta à cidade de Maputo, Margarida Talapa, explicou que isso vai ser por causa da postura que o partido no poder em Moçambique vai tomar, não só a nível da cidade de Maputo, mas em todo o país.

“A Frelimo está preparada. Hoje (domingo) temos aqui uma reunião que junta membros da cidade de Maputo para preparar a campanha”, disse Talapa.

Ela sublinhou ainda que o seu partido está preparado para vencer as eleições autárquicas de 10 de Outubro.

Talapa afirmou que a nível da cidade de Maputo a lista é composta por 64 membros efectivos e 33 suplentes. “Esta lista tem Eneas Comiche como cabeça-de-lista”, acrescentou.
A campanha eleitoral para as autárquicas, em Moçambique, arranca amanhã, dia 25 de Setembro.

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Os chefes de Estado de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e de Moçambique, Filipe Nyusi, vão se reunir em Nova Iorque à margem da sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas para falar sobre vários assuntos de actualidade internacional e em cada um dos dois países.

Esta informação consta do programa divulgado pela Presidência da República Portuguesa, a que a AIM, em Lisboa, teve acesso, no qual é sublinhado que o chefe de Estado português estará em Nova Iorque até próxima quarta-feira. Marcelo Rebelo de Sousa tem igualmente previstos encontros bilaterais com os seus homólogos do Quénia, Uhuru Kenyatta; da Colômbia, Iván Duque Márquez; do Egipto, Abdel Fattah al-Sisi; e das Ilhas do Palau, Tommy Remengesau.

A informação da Presidência Portuguesa não especifica a data prevista para o encontro entre Rebelo de Sosa e Filipe Nyusi.

Ainda à margem da sessão da Assembleia Geral, que integra representantes de todos os 193 Estados membros da ONU, Marcelo Rebelo de Sousa irá participar, na terça-feira, numa reunião de chefes de delegação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), promovida por Cabo Verde, que actualmente preside a esta organização. Para além de Moçambique, Portugal e Cabo Verde, fazem parte ainda da CPLP Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, S. Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

O Presidente português viajou ontem para Nova Iorque.

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Cinco reuniões bilaterais vão marcar a agenda do Presidente da República, Filipe Nyusi, hoje, em Nova Iorque, nos Estados Unidos de América, onde se encontra desde ontem para participar na 73.ª Sessão da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU). Leia mais

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